terça-feira, 4 de junho de 2013

A interação Família X Escola é a grande responsável pelo bom desempenho dos alunos


É essencial a participação da família no cotidiano escolar

Não há como analisar o desempenho do aluno sem levar em consideração que o mesmo é parte de um todo, ou seja, o seu perfil vai além dos portões da escola.

A princípio pode até parecer meio confuso, mas é preciso compreender que a criança é fruto de um histórico social e familiar.

As boas ou más ações são oriundas do reflexo proporcionado principalmente pela família. Neste caso, algumas medidas básicas contribuirão para o bom desempenho do discente em sua trajetória escolar. Entre elas destacam-se:

 - O diálogo permanente por parte dos pais, demonstrando o interesse pela aquisição do conhecimento durante a permanência do filho no ambiente escolar, e o que é mais importante, ensinando-o a valorizá-la.

 - Sugerir que o filho repasse os conhecimentos adquiridos para o pai ou a mãe, isso facilita uma melhor fixação dos conteúdos apreendidos.

 - Acompanhar as tarefas diárias, incutindo a necessidade do cumprimento com as obrigações em tempo hábil, bem como a presença assídua na escola, caso contrário, as faltas comprometerão o rendimento.

 - Estimular o conhecimento que ultrapassa os limites dos conteúdos trazidos pelo livro didático. Tal medida leva a criança à construção de seu próprio conhecimento, tornando-se um sujeito ativo frente às imposições geradas pela própria sociedade.

 - Avaliar o grau de aprendizado competente para cada faixa etária, baseando-se nos seguintes parâmetros:

# Aos oito anos ele deve saber ler e escrever com facilidade.

#Aos dez anos deve saber somar, subtrair, multiplicar e dividir.

#Aos quatorze anos deve resolver uma equação de primeiro grau com duas variáveis (X e Y) e interpretar textos com diferentes opiniões. 

 - Incentivar a leitura, levando-o a ambientes como bibliotecas, mostras
culturais, bienais e outros eventos que retratem esta importância.

Estes e outros procedimentos contribuirão para o bom desenvolvimento da criança que futuramente se transformará em um adulto mais seguro de si, mais apto a enfrentar os obstáculos que porventura a vida lhe proporcionar e mais crítico frente à sociedade a qual se encontra inserido.
Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

O Papel do Professor e da Escola no Combate às Drogas

Por: Hamilton Felix Nobrega
A adolescência é uma marcada por várias transformações, principalmente de caráter hormonal.Especialistas costumar dizer que nessa fase os adolescentes "tomam um banho de hormônios." È nessa fase também que a família já não é mais o foco e o jovem passa a estar em contato com o mundo e deseja constantemente a companhia dos amigos.
Nesse período a atenção dos pais e educadores deve ser redobrada, porque assim como temos muitos jovens em busca de realização profissional, tem-se também aqueles que caem em mãos erradas e desorientam-se. Frequentemente os amigos são os responsáveis pelas decisões que o jovem passa a tomar, muitas vezes há uma troca de caminho, pois o adolescente passa a ver coisas que antes não conhecia como é o caso das drogas. O perigo passa a rondá-lo, sem que ele tenha real noção.
São comuns as drogas surgirem em rodas de amigos, mas conforme destaca o Dr. Içami Tiba (2003), também podem originar-se da família e até mesmo da mídia, porque embora socialmente aceitas álcool e cigarro também são drogas e é a partir do consumo dessas drogam muito comuns no nosso dia a dia, que o jovem pode chegar ao consumo de outras mais sérias e perigosas. Nesse caso sofrerão as conseqüências à família, a escola e a sociedade.
Nesse contexto é de fundamental a participação da escola, do professor e da família como orientadores para que possam em conjunto buscar prevenir que os jovens passem a consumir drogas, pois uma vez dentro dessa realidade, sair dela é quase impossível. È importante ressaltar que o problema do usuário de drogas é de toda a sociedade e não apenas dos pais e do próprio usuário.
O objetivo deste artigo é descrever como a escola e os professores podem contribuir para evitarem que os jovens sejam seduzidos pelas drogas.
Como o Professor deve se Conduzir quando Identificar nos seus Alunos os Problemas Citados?
Dificilmente a alteração de comportamento do aluno, quando este passa a usar drogas, passa despercebida por um professor. O primeiro passo é observar e levantar informações a respeito do aluno. Depois aproximar-se dele e conversar sobre o assunto e posteriormente informar aos pais. Mas sua obrigação é comunicar o fato aos canais competentes, seja o diretor, o orientador ou o coordenador.A escola, por sua vez, tem de levar o fato ao conhecimento dos responsáveis pelo estudante.
Onde Buscar Orientação para Lidar com os Casos Delicados?
Tanto o professor quanto a direção da escola devem buscar orientações em entidades ou clínicas de reabilitação de jovens usuários de drogas em busca de informações mais adequadas de como lidar para minimizar esse problema na escola, inclusive através de palestras, aulas expositivas sobre as conseqüências do uso das drogas e aplicar regras mais incisivas quanto ao seu uso na escola, conforme o Dr. Içami Tiba relata: "A escola não é uma instituição penal clínica de tratamento. Suas leis são mais brandas que as sociais, porém tem de ser mais severas que as familiares.".
Se a escola nada fizer, estará sendo conivente com o uso da droga. O autor destaca ainda que os colégios tenham que usar as armas que lhes são cabíveis: educação, preparo pessoal e integração relacional. Ele complementa ainda que o trabalho da escola deva estar voltado à prevenção: conscientizar os que não usam. Vai além do que a polícia faz porque está a favor da saúde. O autor defende que a orientação pode ser dada por qualquer pessoa que tenha experiência em trabalhos com usuários de drogas.
Como Pais e Educadores devem Combater as Drogas?
Segundo o Dr. Içami Tiba, a escola tem por obrigação capacitar-se para enfrentar as drogas, pois queira ou não, seus alunos vão entrar em contato com as drogas. Nesse contexto entram também os educadores. Os pais por sua vez têm que buscar integração junto à escola para prevenir que seus filhos se deixem levar por essa problemática.
O ponto chave é a prevenção através de informações que possam ser transformadas em conhecimento dentro do indivíduo, dando-lhe possibilidade de discernir o que é certo do que é errado. Informação isolada não adianta.
È imperativo que os pais conversem sempre com seus filhos a respeito do assunto e quanto mais cedo melhor. Uma criança que vai crescendo sendo acompanhada e orientada pelos pais, cresce um adolescente de opinião firme. Os educadores também precisam ter uma postura que possa conduzir os alunos ao caminho do conhecimento e do preparo pessoal. Ações tipo palestras são muito eficientes, mas nem sempre são eficazes, porque geralmente são apenas expositivas. É importante, mesmo que arriscado que os alunos possam interagir com esse tipo de ação, que possam entrar em contato com clínicas de reabilitação de drogados ou ter a oportunidade de conversar com que já foi usuário, e cabe ao educador mostrar ao jovem essa realidade que ele talvez não conheça. Outras ações do tipo eventos contra drogas na escola, como semana de combate ao uso de drogas, entre outros, podem contribuir significativamente na conscientização dos jovens.
Fato é que educar não é proibir, mas sim, informar, orientar e acompanhar. Pais e educadores precisam sempre estar atentos a isso. Essa tríade tem bastante efeito se for sempre posta em prática de forma contínua.
É importante também que além da preocupação com seu próprio filho, os pais se conscientizem que é necessário mobilizar toda a escola ou comunidade, porque de nada adianta todo o cuidado com o filho, se ele sempre estará em contato com outros jovens.
Conclusão
Uma criança que cresce com conhecimento, caráter e autoestima desenvolvidos, dificilmente se deixará levar por caminhos tortos durante a fase da adolescência. O problema é que se subestimam demais as crianças de hoje, protegendo-as das coisas do mundo, ao invés de mostrar-lhes aos poucos, tudo que está ao seu redor. Infelizmente mesmo nos dias de hoje, ainda encontramos pais que tem dificuldade de falar de sexo com seus filhos, algo que é tão natural na vida do ser humano, imagine em se falar de drogas. Nesse ponto cabe a escola, mas em muitos casos, estas também não orientam a respeito por tratar esse assunto como delicado demais ou não estarem preparadas.
Deve-se frisar que a questão do relacionamento entre a escola e a família no trato com os jovens é de fundamental importância e ambos precisam andar sempre juntos para que possam gerar resultados, seja na prevenção do uso as drogas, seja no desenvolvimento pessoal e profissional.
Em síntese, quanto mais próximos estiverem educador, escola e família, rumo à educação dos jovens, mais e melhores serão os resultados, porque essa não é uma ação individualizada, mas sim, um trabalho em rede de relacionamentos.
Referências
TIBA, Içami.Anjos Caídos: Como prevenir e Eliminar as Drogas na Vida do Adolescente.14ª Ed. São Paulo: Gente, 2003
ROSELI, Ana Cecília Petta, CRUZ, Marcelo S. O Adolescente e o Uso das drogas. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462000000600009.  Acesso em 10 abr 2010.

sábado, 1 de junho de 2013

Do puxa-saco ao proativo: como a liderança deve lidar com os diferentes tipos de liderado?

Do puxa-saco ao proativo: como a liderança deve lidar com os diferentes tipos de liderado?
Motivar, chamar a atenção, garantir resultados. Estes são só alguns dos atributos da liderança que também tem como um dos principais desafios lidar coos diferentes tipos de profissionais.

De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, independentemente do tipo doprofissional, o diálogo deve basear a relação entre líder e liderados.

O diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, concorda e lembra que todoos perfis têm lados positivos e negativos, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Perfis


Do puxa-saco ao proativoos especialistas consultados pelo portal InfMoney dão dicas sobre como a liderança pode trabalhar coos perfis mais comuns.
 
Puxa-saco: clássico naempresas, o puxa-saco concorda com tudo que é proposto pelo líder e tenta o tempo todo se promover. Dessa forma, dizem os especialistas, ele acaba sendodesvalorizado por colegas e pela liderança.
Ao líder, cabe mostrar que esse comportamento não é o ideal, deixando claro que a pessoa nãirá obter benefícios com ele. É ainda necessário salientar que o profissional precisa trazer novas ideias.

Injustiçado
Na maior parte das vezes, trata-se de um profissional que está há mais tempo naempresa e que acredita que merecia uma promoção ou um aumento salarial. Como isso nãoocorre, ele tende a se sentir desvalorizado.

Com profissionais nesta situaçãoo líder deve conversar e apresentar perspectivas de crescimento, não deixando de apontar quais os caminhos que a pessoa deve percorrer para chegar lá. Emoutras palavras, o que é esperado do profissional.

Apático: segundo os especialistas, o profissional apático merece atenção redobrada da liderança. Isso porque, muitas vezes, a apatia pode ser confundida com insegurança ou mesmo se tratar de um caso de introversão.

Para tirar a dúvida, o líder deve observar cuidadosamente se a pessoa traz ou não resultados para a empresa. Em caso positivo, ele deve mudar a forma de agir coo profissional, tentando trazê-lopara mais perto. Se for avaliado realmente como apático, a saída é investir por um tempo namotivação do profissional.

Dependente: o profissional dependente sempre aguarda as resoluções dos parceiros, pares ou da liderança, o que demonstra uma grande dose de insegurança. Primeiramente, o líder deve tentar investigar os motivos que deixam o profissional inseguro e tentar desenvolver nele as características de liderança. Isso porque, dizem, tais profissionais devem aprender a deixar de ser coadjuvantes para assumir as características de liderança em uma eventual necessidade.

Competente demais para a função: para os especialistas, essa é uma característica da geraçãoY. Entretanto, profissionais mais experientes que, por algum motivo, tiveram de assumir cargos com menor responsabilidade do que o que exerciam anteriormente também são acometidos por este sentimento. Assim, para que este profissional não se desmotive e deixe de entregar resultados, o líder deve apresentar a ele um plano de carreira.

Quer o lugar do chefe: ao contrário do que se possa imaginar, profissionais que demonstram querer o lugar do chefe não são mal vistos pelas empresas, desde que, é claro, essa disputa nãoseja de forma desleal.

Se for de maneira saudável, dizem, é excelente para o líder, pois alavanca a carreira dele, servindocomo um propulsor para o chefe, que pode ocupar posições mais altas. Dessa forma, o líder deve valorizar este profissional, dando sempre feedbacks e trabalhando os pontos negativos.

Proativo: valorizado naempresas, o proativo é aquele que sempre está a frente dooutros e dá ótimos resultados. Ao líder, cabe tentar mantê-lo motivado e valorizado, não esquecendo, contudo, de colocar os limites necessários para que a pessoa não exagere e não acabe ultrapassando-os.



Fonte: Administradores.com

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Como será a escola do futuro?

Escola de ensino fundamental na China. Uso de notebooks já é realidade em sala de aula.
Escola de ensino fundamental na China. Uso de notebooks já é realidade em sala de aula desde a mais tenra infância
Educação para um novo milênio. A maioria dos países desenvolvidos já entendeu como funciona: transformar a sala de aula em uma pequena empresa, com foco em resultados, gerenciada de forma moderna.
Em alguns campus norte-americanos a ideia começa a vingar; e também na Ásia escolas e universidades experimentam a chamada “Educação do Futuro”. Mas a tendência é mundial.
Os cases mais exemplares são a Universidade de Indiana, a Universidade Multimídia da Malásia, a Koninklijke Bibliotheek (Biblioteca Real Holandesa), a Biblioteca Liaoning, na Província de Liaoning (China), o Museu Nacional da Austrália, o Museu Egípcio no Cairo e a Biblioteca Nacional Dinamarquesa para Cegos. Em todos esses lugares, a administração está voltada a resultados, com uma ampla oferta digital aos mestres e pesquisadores.
Entre as novidades tecnológicas à disposição de professores e alunos estão o gerenciamento eficiente e o armazenamento digital de documentos, áudio e vídeo, que facilitam a pesquisa; acesso remoto à informação, via rede (mesmo a alunos que não pertençam à escola); aprimoramento dos recursos de ensino, reutilizando e compartilhando conteúdo em toda a escola ou universidade; compartilhamento em tempo real de informações com outras instituições, para colaboração e instrução de pesquisa; e sistema de segurança para garantir a integridade de documentos valiosos exibidos online
A missão das escolas do futuro é criar um aluno mentalmente mais ágil, que se interessa por uma gama maior de matérias, que se sente observado e atendido pelo mestre em tempo integral e que tem à disposição os mais modernos instrumentos para avançar com segurança. É a sala de aula se transformando em um grande centro de sabedoria – e com capacidade real de educar um grupo de alunos cujas mentes estão o tempo todo sendo instigadas.
Como ensinar uma criança que vive em um mundo cada vez mais tecnológico? Com tecnologia de ponta, é claro. Alguns segredos são a criação de um cadastro digital de alunos, baseado em sistema ERP, que gerencia notas, faltas, aptidões, trabalhos pessoais e em grupo, a capacidade de concentração e o relacionamento com os colegas; a monitoração em tempo real de cada aluno pelo professor, que passa a dispor de um ferramental digital no seu dia-a-dia; investimento em novas plataformas (digitais) de ensino, tanto em sala de aula quanto à distância; e manter essas informações acessíveis também aos pais, via celular ou palm.
O notebook e a Internet já são realidade em uma série de universidades norte-americanas, na Europa e na Ásia (os mestres utilizam a web e o PC para criar material a ser ministrado em sala de aula; os alunos navegam para fazer seus trabalhos e suas pesquisas; e muitos trocam informações via Bluetooth durante a aula). Mas somente tecnologia não basta. É preciso inteligência (inclusive artificial) para fazer com que a tecnologia fomente o interesse dos alunos e os ajude a enxergar uma dimensão mais ampla de mundo. Não é fácil, mas é fundamental.
O sistema, portanto, tem de mudar – e no mundo todo. Porque o aluno mudou, e esta é a única variável sobre a qual os atuais professores (ainda) não têm controle.
Universidade em Salem, nos Estados Unidos, já integrou a tecnologia ao dia-a-dia dos estudantes
Universidade em Salem, nos Estados Unidos, já integrou a tecnologia ao dia-a-dia dos estudantes 

Celular dentro da sala de aula atrapalha?

Escolas acreditam que o uso de dispositivos como celular e tablets entre as classes deverá crescer, 

mas ressaltam o equilíbrio como forma de educar e ensinar as disciplinas sem dispersão dos alunos


Uso de celular em sala de aula, na maioria das escolas, é proibido. Mas professores liberam uso de internet em favor da aula
Foto: Rúbio GuimarãesUso de celular em sala de aula, na maioria das escolas, é proibido. Mas professores liberam uso de internet em favor da aula






As novas gerações tendem a ter mais facilidade de usar a internet e burlar os sistemas de segurança criados pelos professores. Há colégios que permitem a  utilização de smart phones para o acesso à internet desde que seja em favor da aula, entretanto, o difícil é controlar o que e como os alunos aproveitam esses meios.


Célia Ruas, coordenadora pedagógica do 1º ao 9º ano da escola Monteiro Lobato aprova a tecnologia dentro do colégio. “É um sinal de que os alunos estão inseridos no mundo de hoje e isso facilita o nosso trabalho, com o conhecimento que eles nos trazem. Há uma troca orientada, consciente e responsável. Hoje os alunos têm celulares com acesso à internet, então o professor libera, quando vai apoiar o estudo”, observa.


A professora diz estar encantada com a rapidez como tudo acontece. “Eles estão sempre a par de tudo e porque não usar uma coisa que eles conhecem? E sem barreiras, não há constrangimento”, afirma. Mas ela ressalta que tem de haver diálogo por parte do professor para que nada passe do controle. “Eles conseguem entender que têm tempo para tudo. Se a gente disser que não pode, eles não vão querer”, ressalta.


O coordenador de física do Colégio Sigma, André Frattezi, também acredita que a tecnologia veio para somar. “Vejo esse avanço tecnológico entre os alunos com muito bons olhos, mas acho que ela pode ser usada bem ou mal. E depende de nós darmos uma melhor orientação aos alunos, pois não podemos culpar crianças e adolescentes.”


No Colégio Sigma, o celular é proibido na sala de aula, assim como nas demais escolas. Porém, o colégio vem com uma proposta de implantar o uso de tablets, no próximo ano, com o intuito de substituir os livros. “Teremos suporte para todas as plataformas e o material do dispositivo não será on-line. Agora os livros virão com áudio, filme e animação. O controle virá do professor, que motivará os alunos a terem bom senso. Não poderemos controlar o 3G. Finalmente podemos trazer a tecnologia para a sala de aula!” 

Desde pequenas Bruna Tubino Sady Carneiro, de 10 anos, acabou de ganhar um smartphone e tem celular desde os cinco anos de idade, o que comprova sua facilidade com as tecnologias. “Eu adoro, mas sei que na sala de aula não pode usar. Então deixo para acessar os programas em casa ou quando descemos para o pátio”, conta. Todos os seus amigos têm celular e tablets também. Sua mãe, Dione Tubino, diz que a tendência é que a tecnologia sobressaia também na escola. “Cada vez mais os jovens descobrem coisas. Em casa, procuro determinar horas de estudar, de fazer a tarefa de casa, e depois, tempo livre. Temos de saber equilibrar e educar as crianças”, argumenta.


Falta de preparo no país. A diretora do Colégio Galois, Dulcinéia Marques, acredita que essa tecnologia ainda não pode ser agregada ao modelo de educação no Brasil. “Ainda utilizamos o modelo do século passado, onde o professor é regente, usa lousa, tem que discorrer o conteúdo, ter atenção do aluno, para que o mesmo possa compreender o assunto e desenvolvê-lo através das atividades. Para isso, tem de haver atenção e foco. A partir do momento que você permite uso de celular e de tecnologia, você permite vários focos ao mesmo tempo.”


Ela acredita que os alunos ainda não têm maturidade para lidar com as duas coisas e, por isso, não aconselha o uso de nenhum instrumento tecnológico na sala de aula. “Se os estudantes ficam com o celular, eles passam mensagem, se comunicam e se distraem na aula. É diferente de levar o aluno para o laboratório e o professor conduzir."


A professora contou ainda que, no mês passado, participou do Congresso Mundial de Educação, em Curitiba, com a presença de cientistas da educação do mundo inteiro e, por unanimidade, as necessidades básicas da educação não se aproximam da tecnologia. “Acredito que ela ajude como suporte, mas não seja essencial dentro da sala de aula”, opina.

Amandda Souza

achristina@jornaldacomunidade.com.br  Redação Jornal da Comunidade

Por que cursar medicina para os pobres no Brasil é quase impossível, hein?


Realmente essa questão é notória, acredito que o 1° problema é o ingresso, já que a concorrência é altíssima e o aluno menos abastado, que na maioria dos casos estudou em escola pública, fica atrás daqueles de classe média alta que estudaram nos melhores colégios e cursinhos pré-vestibular. Deixando assim o aluno pobre longe das universidades públicas, sejam elas federais ou estaduais.

2° problema é manutenção do curso, que pode chegar a ter mensalidade de 4 Mil R$, fora os livros, o que acaba por afastar os alunos mais simples do curso.


3° problema, o curso de medicina é em turno integral, ou seja, o dia inteiro! O que impede a pessoa de trabalhar, coisa que pessoa humilde alguma pode deixar de fazer.


Mas o aluno pobre pode sim estudar medicina, visto que hoje existem inúmeros meios de o faze-lo, posso citar o PROUNI na concessão de bolsas integrais em universidades particulares; as cotas que reservam vagas em universidades públicas, sejam elas estaduais ou federais, para alunos de escolas públicas, negros, indígenas e deficientes físicos; as bolsas auxilio (transporte, refeição, moradia etc) que ajudam o aluno a se manter no curso, seja na universidade particular conveniada ao PROUNI ou a universidade pública; os programas de iniciação científica, que garantem ao estudante pesquisador uma ajuda de custo que auxilia na manutenção do curso; os financiamentos estudantis que permitem que o aluno faça seu curso em uma universidade particular e só comece a pagar após 18 meses de formado ou através de sua atuação na rede pública de saúde.
Fácil não será, mas se houver compromisso com seu sonho sem dúvida a pessoa consegue!
Boa sorte!



Graduando em Administração na UFRRJ, interessado em questões acadêmicas e profissionais.
Fonte(s):

terça-feira, 28 de maio de 2013

Educação, base do desenvolvimento

 
A educação é um instrumento capaz de desenvolver qualquer nação.

Os países que detêm uma boa educação, respeito, zelam para o cumprimento das leis, condenam a corrupção, os privilégios e praticam a cidadania, como consequência, desenvolvem-se.

A educação é fundamental para a transformação de uma nação, os países que não valorizam a ética, o trabalho e a educação em geral, apresentam economia frágil, os rendimentos são inferiores, refletindo em todo seguimento, como habitação, saúde, qualidade e expectativa de vida.

As nações que priorizam e valorizam a educação tem, com esse objetivo, maneiras concretas de ascensão profissional-econômica através do esforço em anos de estudo e trabalho. O contrário ocorre nos países que não valorizam a educação, a maioria visa uma mudança de vida sem dedicação e esforço, quer uma ascensão a partir de prêmios lotéricos, no ramo artístico e esportivo.

Com base nas afirmações anteriores, conclui-se que o desenvolvimento é uma questão cultural, pois os países desenvolvidos se encontram nessa condição por causa da população que é instruída de conhecimento e que exerce a cidadania, em geral essas pessoas possuem bom poder aquisitivo e não se corrompem.

Enquanto isso, nos países onde a educação é esquecida, desprezada e até mesmo maquiada, as pessoas a todo o momento tentam levar vantagem, são facilmente corrompidas entre outras atitudes questionáveis, que ocorridas coletivamente compromete o crescimento político-econômico-administrativo do país.

Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

domingo, 26 de maio de 2013

Advogado esclarece sobre a jornada máxima dos professores em sala de aula segundo a Lei 11.738/2008.

Por José Professor Pachêco – Advogado e professor

José Professor Pacheco, além de docente, é advogado e tem larga experiência nas questões que envolvem direitos do magistérioA Lei nº 11.738/2008, além de instituir o Piso Salarial Profissional do Magistério, dispõe também acerca da organização do trabalho do professor. Em seu art. 2º, § 4º, estabelece que, no máximo, 2/3 (dois terços) de sua jornada de trabalho seja utilizada para as atividades de interação com os alunos.
Em outras palavras, está garantido na lei, no mínimo, 1/3 (um terço) da jornada para atividades extra-classe (horário pedagógico).
É “papo furado” a conversa de que o Horário Pedagógico depende de uma decisão da Justiça ou de uma alteração legislativa local. A Lei existe, está em vigor e é auto-aplicável. Alguns governadores questionaram a sua

constitucionalidade e o STF assim respondeu: “É constitucional a norma geral federal que reserva o percentual mínimo de 1/3 da carga horária dos docentes da educação básica para dedicação às atividades extraclasse. Ação direta de inconstitucionalidade julgada improcedente.” (STF. ADI 4167. Relator Ministro Joaquim Barbosa. Divulgação: DJe de 23.08.2011, pág. 27).

Dessa forma, o professor em regime de 20 horas semanais terá como teto 13 horas-aulas, por semana. Se, a jornada for de 40 horas, o limite será de 26 horas-aulas.
Qualquer professor(a) poderá, inclusive, negar-se a entrar em salas de aula que excedam ao teto legal de 26 horas em sala.

A alegação de que a jornada de trabalho do professor é em horas (= 60 minutos) e a hora-aula é de apenas 45 ou 50 minutos, justificando, assim, um suposto teto de 16 e 32, não procede, pois o tempo de trabalho do professor sempre foi contado historicamente em horas-aulas. Isso é mera manobra dos gestores.

Prefeito Soliney Silva determina redução da carga horária de professores

Para garantir que os professores do campo e urbano tenham 1/3 da sua carga horário de trabalho fora do espaço escolar, a SEMEC utilizará nesse horário agentes do MAIS EDUCAÇÃO

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarSoliney determinou redução da carga horária dos professores(Imagem:Divulgação)Soliney determinou redução da carga horária dos professores
A partir da primeira semana de junho, a Secretaria de Educação e Cultura – SEMEC implantará nas escolas da rede municipal e Coelho Neto uma nova estrutura de carga horária e abordagem pedagógica.

As mudanças tem o objetivo de cumprir o que está previsto na Lei 11.378/08 em seu artigo segundo, quarto parágrafo que diz: “Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos”.

De acordo com a Secretária de Educação Rosário Leal (foto) as mudanças já foram discutidas com a equipe pedagógica da SEMEC. “Tivemos um momento de apresentação da proposta a nossa equipe e estamos aperfeiçoando para colocá-la em execução a partir do próximo mês”, informou ela.

PROJETO CIRANDA PEDAGÓGICA


Para garantir que os professores do campo e urbano tenham 1/3 da sua carga horário de trabalho fora do espaço escolar, a SEMEC utilizará nesse horário agentes do MAIS EDUCAÇÃO, voluntários, estagiários das universidades, faculdades particulares, agentes do departamento de cultura e agentes da Secretaria Municipal de Desportos e Lazer para preencher este horário com diversas atividades pedagógicas que partirão de projetos pré-definidos e ordenados respectivamente com os seguintes temas geradores: Lixo, Água e Natureza, Higiene Corporal, Festas Populares, Lendas, Relações Humanas e Cultura de Paz.

A proposta resume-se em alternar as atividades nas seis áreas de atuação descritas acima até que se retorne ao primeiro tema criando-se assim uma ciranda pedagógica. As áreas de atuação devem atender os temas geradores, cumprindo assim o núcleo comum.

PARCERIA

Os agentes do Mais Educação, Cultura, professores de educação física, voluntários e estagiários das universidades e faculdades particulares irão compor os recursos humanos necessários para que a “Ciranda Pedagógica”, gire em conformidade com a infraestrutura e particularidades de cada escola da rede municipal de Coelho Neto.

Teremos também o apoio da Secretaria de Desportos e Lazer que entrar com infraestrutura física de campo de futebol, do ginásio poliesportivo Uiran Sousa, além do apoio técnico, garantindo assim que a “Ciranda Pedagógica”, nunca pare de girar.

PROFESSORES ATENDIDOS

Inicialmente todos os professores do campo e zona urbana da educação infantil e professores do primeiro ao quinto ano, serão beneficiados com um dia e meio de folga por semana que corresponderá a 1/3 da sua carga horária, em local de livre escolha que deverá ser utilizada para reuniões, realização do planejamento pedagógico (obrigatório 4 horas mensais), elaboração de atividades, diário e correção de provas, pesquisas, curso e formação continuada.

Os professores de 6º ao 9º ano, a SEMEC está realizando um levantamento da carga horária de todos os professores, após concluindo organizará uma proposta para os professores que ultrapassaram a carga horária prevista na lei 11.738/2008.

Dessa forma a cidade de Coelho Neto dá mais um passo a frente no que se refere à dinâmica e aos processos que compõe o sistema educacional. É importante garantir o que está previsto por lei, em beneficio do professor sem que se retroceda ou prejudique o aluno e seu aprendizado.

Ademar Sousa

quinta-feira, 23 de maio de 2013

UÉ, AGORA TÁ PROIBIDO FAZER O BEM!!!!!!!!!!




Confesso não ter entendido o pé desta discussão que alguém levantou por Franciscano ter doado uma roça para as senhoras, principalmente porque as pessoas que participaram desta colheita estavam todas satisfeitas com o seu trabalho. Talvez os mais novos não conheçam Franciscano mesmo. Amigos, não estranhem Franciscano fazer o bem para São Francisco do Brejão, não é a primeira vez, dá uma olhadinha abaixo, talvez consigam entender porque Franciscano tem o respeito e o carinho das pessoas de bem. SÃO SÓ AS QUE CONSEGUI LEMBRAR.

Ampliação da Escola Tobias Barreto;
Ampliação da Escola Raimundo de Moraes Barros;
Construção da Escola São João Batista – Centro do Robertão;
Ampliação da Escola São José – Povoado União;
Construção do Almoxarifado Municipal;
Construção do Sistema de Água de Trecho Seco;
Abertura da estrada ao Povoado Capemba D’água;
Construção da Praça Habitar Brasil;
Conclusão da Escola Justiniano Soares;
Convênio para o asfaltamento da MA 125
Construção da Escola Airton Senna – Povoado Vila João Palmeiras;
Construção da Escola do Centro do Antonio Reinaldo;
Construção da Creche Santa Rosa;
Instalação de Consultório Odontológico;
Construção do Estádio Cruzadão;
Construção do Cemitério Campo da Saudade;
Pavimentação das principais ruas da sede;
Implantação de sistema central de iluminação da Avenida Castelo Branco;
Construção de campo de Society;
Construção do Posto de Saúde Raimundo Alves de Oliveira – Vila João Palmeiras;
Construção do Parque de Vaquejada Raimundo Alves de Oliveira;
Implantação de rede elétrica: Centro do Robertão, Barraco de Tábua, Pé da Serra do Cravim, Caneleiro, Centro do Zé da Roça, Pequiá dos Baianos;
Implantação de poço no Centro da Moita;
Construção da Praça União;
Construção da Praça de Trecho Seco;
Curso de Magistério para a formação de professores;
Curso de Graduação Superior aos professores;
Criação da Fanfarra Municipal
Aquisição do Hospital Santa Rosa;
Extinção da erosão da antiga rua do buraco com pavimentação
Aquisição de van, veículo saveiro e ônibus para o transporte escolar;
Loteamento do Bairro Novo Horizonte;
Loteamento da Vila Franciscano I;
Construção da Secretaria de Agricultura
Instalação de campo de futebol na Vila São Raimundo
Criação da Vaquejada.
Lançamento do Reveyllon em Praça Pública
Instalação da Biblioteca Pública Municipal;
Implantação do Telecentro Comunitário
Instalação da CAESB;
Construção do Posto de Saúde de Serra do Cravim
Legalização e registro de escolas;
Construção da Escola Sarney Filho – Derradeira Aguada;
Aquisição de Telefonia Móvel
Construção da Escola Antonio Alves – Centro do Zezinho;
Implantação da Escolinha de Futebol;
Concessão de bolsas para Universitários FAMA, FACIMP, UNISULMA;
Aquisição de um veículo Uno para a Educação;
Aquisição de UTI Móvel
Reconstrução do Hospital Santa Rosa;
Construção do Laboratório Santa Rosa;
Construção da Unidade de Saúde Dr. Pinto – Trecho Seco;
Construção da Escola Hermes Cana Brasil – Brejinho;
Loteamento da Vila Franciscano II;
Loteamento da Vila São Raimundo – Trecho Seco;
Implantação do Sistema de Abastecimento do Novo Horizonte;
Implantação do Programa Luz Para Todos;
Início de Construção do Matadouro Público;
Implantação de 149 banheiros;
Calçamento – Trecho Seco;
Praça do Trecho Seco;
Início da Construção da Escola do Ensino Médio;



                                                                                                                                                  POR FRANCISCO VALE