segunda-feira, 10 de junho de 2013

Hernando Macedo cria força tarefa contra a poliomielite em Dom Pedro

Prefeito Hernando Macedo
Prefeito Hernando Macedo
No município de Dom Pedro, interior do Estado do Maranhão, as crianças que não foram vacinadas no último sábado, dia 8, têm até a próxima semana (sábado dia 21) para receber a vacina contra a poliomielite.
O atendimento está sendo realizado nas unidades de postos de saúde e no Hospital Municipal. Ao todo já foram 50% da meta de crianças atendidas em apenas dois dias de trabalho.
O prefeito Hernando Macedo (PCdoB) disse que “em Dom Pedro nossa meta é vacinar 1960 crianças”. Para ele, “é muito importante que os pais tragam seus filhos, assim como eu me dediquei em trazer meus filhos. Gostaria que cada pai e mãe da nossa cidade fizesse o mesmo”.
A paralisia infantil, ou poliomielite, é uma doença viral que pode provocar sequelas permanentes nos membros inferiores, levando-os à flacidez muscular e pode até provocar a morte.
A eficácia da vacina oscila entre 90% a 95% e é administrada em três doses. Crianças portadoras de infecções agudas, com febre acima de 38º ou sensibilidade a algum componente da vacina não podem ser imunizadas. O último caso notificado no país aconteceu em 1989, na Paraíba.

domingo, 9 de junho de 2013

Carlos Ferreira.





VEM AI !!!

Laços Cármicos de Família

Todos, um dia, paramos para pensar no motivo de termos a família que temos. Por que esse pai, essa mãe, esses irmãos, enfim, por que nascemos onde nascemos? Talvez não seja o seu caso, mas muitas famílias são conflituosas e têm relações difíceis, brigas, desentendimentos, desrespeitos, ciúmes, causando traumas e mágoas uns aos outros e imensa revolta. Haverá um motivo?

A grande ferramenta de evolução de que dispomos é o relacionamento humano. Muito bem... Então, qual deles é o mais básico e íntimo, mais permanente, durante muito tempo obrigatório, pelo menos na infância e juventude e muitas vezes também depois de adulto? O relacionamento familiar. Se pensarmos em crescimento espiritual, que viemos ao planeta para resgatarmos o nosso carma e evoluirmos, concluímos que não é um mero acaso, fatalidade, sorte ou azar. A família faz parte do destino e do caminho escolhidos pela alma. O Universo é perfeito e tudo tem uma razão de ser.

Em artigo anterior falei um pouco sobre carma e um dos seus significados: ação sacrifical, de sagrado ofício. Os laços familiares têm muito de carma, isto é, aquilo que precisamos trabalhar, resgatar e aprender. Eles poderão encorajar ou inibir dons e talentos que trazemos. Sim, a família é sagrada e traz o nosso primeiro ofício ao nascer. Dela vêm as primeiras lições, valores, apoio, proteção, rejeição, afetos e desafetos e toda nutrição alimentar e emocional que são importantes para forjar a personalidade e agregar a bagagem que “ajudará” o Ser reencarnado em sua nova jornada.

É necessária a ressonância energética/espiritual entre pai e mãe para proporcionar a abertura do portal que permitirá ao Ser encarnar, mesmo na gravidez decorrente de estupro. Entre familiares se estabelecem, muitas vezes, relacionamentos ressonantes complexos chamados de grupos anímicos, almas que se tornam companheiras evolucionais. Encarnação após encarnação elas vão se revezando nos diferentes papéis de pai, mãe, filho, irmão e outros que formam a família física, resgatando e trabalhando os vínculos cármicos.

Por cerca de nove meses um corpo é construído para você, nos mínimos detalhes. Dentro do ventre de sua mãe, célula a célula, órgão a órgão, com as particularidades físicas, genéticas e emocionais dos seus ascendentes. Suas características físicas, traços do rosto, cor de pele, cabelos, defeitos e doenças congênitas, goste ou não goste, foram escolhas suas e fazem parte do seu carma.

Entre pessoas que se relacionam são formados laços energéticos invisíveis a ligar os corpos sutis. Na fabricação do corpo físico o feto se une fisicamente pelo cordão umbilical ao corpo materno, uma materialização do forte cordão etérico que une e sempre unirá mãe e filho. O cordão físico, uma passagem de mão única, para nutrientes que alimentam e ajudam a formação do corpo. Um dia esse bebê vem ao mundo, respira pela primeira vez e esse cordão é cortado, mas fica o energético. E o alimento emocional, de mão dupla, flui através do mesmo. Muitas mães e filhos costumam sentir quando um ou outro está em momento triste ou feliz. Este laço, assim como o que se forma com outros membros da família, pode já existir de outras vidas, e vai se fortalecendo com o tempo e a qualidade da relação.

Relatos de TVP, Terapia de Vidas Passadas, mostram pacientes sob hipnose ou relaxamento induzido, que acessam memórias do período “entre vidas” e dizem ter reencarnado para reencontrar determinada alma com quem teve relacionamento de pai, mãe, filho, amigo, etc. Isso explica como se formam as simpatias e antipatias, “gratuitas”, as preferências, que marcam muitas relações familiares. Acontecem casos até de “inimigos íntimos” que encarnam como irmãos gêmeos para tentar resolver o conflito e fazer as pazes definitivamente, com a ajuda do laço familiar obrigatório. A Bíblia fala de Esaú e Jacó que já brigavam no ventre de sua mãe Rebeca: “Ora, as crianças se batiam dentro dela.”Gênesis, XXIV, 22. Mas o normal nos gêmeos é que são seres que se amam tanto que resolvem encarnar juntos para viverem o mesmo propósito de vida.

Muitos nascem para ajudar familiares a mudar sua concepção de mundo e de vida ou para serem tratados, protegidos e amparados por estes. Neste contexto, são mestres com específicas e fortes lições. É o caso de crianças que nascem com, ou passam a ter, necessidades especiais. Trazem muito aprendizado de amor, paciência, aceitação, desapego e compaixão, para pais, irmãos, avós e outros.

Hoje, colhemos o resultado do que escolhemos ontem e plantamos o que colheremos amanhã. E a vida vai num eterno escolher, colher, escolher, colher... Na relação familiar aparece um outro verbo que é o "acolher". Será que precisamos acolher nossos parentes do jeito que são? Estarão espelhando a nossa sombra? Todo relacionamento espelha, né? Amar pessoas perfeitas é fácil. Mas, é com as difíceis que mais exercemos nosso lado divino e trabalhamos nossos defeitos, o que trazemos escondido e engavetado nos porões de nossa alma.

Honre pai e mãe, agradeça e cultue a família, mas faça a sua vida! Nunca permita que os laços familiares se enrolem no pescoço e o sufoquem! Sobretudo, aceite, trabalhe e procure resgatar o seu carma, senão vai repetir a lição, em outra encarnação.

Um beijo de luz em seu coração.

Ivan Maia Fernandes é Analista de Sistemas, Astrólogo, Reiki Master, Terapeuta Holístico (Florais Brasileiros e de Bach), Método Melchizedek, 1, 2, 3, Mesa Radiônica, Cura Quântica. Consultório em Brasília/DF - Fone: (61) 9245-3574
Texto revisado por Cris 

Agrotóxico Mata- Atenção o Veneno Está na Mesa – Produtos Contaminados


1x1.trans Agrotóxico Mata  Atenção o Veneno Está na Mesa   Produtos Contaminados

……….Cuidado!!  Agrotóxico Mata. O veneno está na mesa.
……….Confira documentário da Campanha Permanente contra os agrotóxicos e pela vida realizado pelo cineasta Silvio Tendler.
……….É inacreditável e parece impossível, mas… è verdade e está aí para todos verem e constatarem os absurdos. Comer frutas e verduras, dependendo da procedência pode ser um problema, fatal até.


1x1.trans Agrotóxico Mata  Atenção o Veneno Está na Mesa   Produtos Contaminados
……….Assista  o documentário abaixo e alerte seus amigos e parentes.



Segue abaixo o link da campanha.

terça-feira, 4 de junho de 2013

A interação Família X Escola é a grande responsável pelo bom desempenho dos alunos


É essencial a participação da família no cotidiano escolar

Não há como analisar o desempenho do aluno sem levar em consideração que o mesmo é parte de um todo, ou seja, o seu perfil vai além dos portões da escola.

A princípio pode até parecer meio confuso, mas é preciso compreender que a criança é fruto de um histórico social e familiar.

As boas ou más ações são oriundas do reflexo proporcionado principalmente pela família. Neste caso, algumas medidas básicas contribuirão para o bom desempenho do discente em sua trajetória escolar. Entre elas destacam-se:

 - O diálogo permanente por parte dos pais, demonstrando o interesse pela aquisição do conhecimento durante a permanência do filho no ambiente escolar, e o que é mais importante, ensinando-o a valorizá-la.

 - Sugerir que o filho repasse os conhecimentos adquiridos para o pai ou a mãe, isso facilita uma melhor fixação dos conteúdos apreendidos.

 - Acompanhar as tarefas diárias, incutindo a necessidade do cumprimento com as obrigações em tempo hábil, bem como a presença assídua na escola, caso contrário, as faltas comprometerão o rendimento.

 - Estimular o conhecimento que ultrapassa os limites dos conteúdos trazidos pelo livro didático. Tal medida leva a criança à construção de seu próprio conhecimento, tornando-se um sujeito ativo frente às imposições geradas pela própria sociedade.

 - Avaliar o grau de aprendizado competente para cada faixa etária, baseando-se nos seguintes parâmetros:

# Aos oito anos ele deve saber ler e escrever com facilidade.

#Aos dez anos deve saber somar, subtrair, multiplicar e dividir.

#Aos quatorze anos deve resolver uma equação de primeiro grau com duas variáveis (X e Y) e interpretar textos com diferentes opiniões. 

 - Incentivar a leitura, levando-o a ambientes como bibliotecas, mostras
culturais, bienais e outros eventos que retratem esta importância.

Estes e outros procedimentos contribuirão para o bom desenvolvimento da criança que futuramente se transformará em um adulto mais seguro de si, mais apto a enfrentar os obstáculos que porventura a vida lhe proporcionar e mais crítico frente à sociedade a qual se encontra inserido.
Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

O Papel do Professor e da Escola no Combate às Drogas

Por: Hamilton Felix Nobrega
A adolescência é uma marcada por várias transformações, principalmente de caráter hormonal.Especialistas costumar dizer que nessa fase os adolescentes "tomam um banho de hormônios." È nessa fase também que a família já não é mais o foco e o jovem passa a estar em contato com o mundo e deseja constantemente a companhia dos amigos.
Nesse período a atenção dos pais e educadores deve ser redobrada, porque assim como temos muitos jovens em busca de realização profissional, tem-se também aqueles que caem em mãos erradas e desorientam-se. Frequentemente os amigos são os responsáveis pelas decisões que o jovem passa a tomar, muitas vezes há uma troca de caminho, pois o adolescente passa a ver coisas que antes não conhecia como é o caso das drogas. O perigo passa a rondá-lo, sem que ele tenha real noção.
São comuns as drogas surgirem em rodas de amigos, mas conforme destaca o Dr. Içami Tiba (2003), também podem originar-se da família e até mesmo da mídia, porque embora socialmente aceitas álcool e cigarro também são drogas e é a partir do consumo dessas drogam muito comuns no nosso dia a dia, que o jovem pode chegar ao consumo de outras mais sérias e perigosas. Nesse caso sofrerão as conseqüências à família, a escola e a sociedade.
Nesse contexto é de fundamental a participação da escola, do professor e da família como orientadores para que possam em conjunto buscar prevenir que os jovens passem a consumir drogas, pois uma vez dentro dessa realidade, sair dela é quase impossível. È importante ressaltar que o problema do usuário de drogas é de toda a sociedade e não apenas dos pais e do próprio usuário.
O objetivo deste artigo é descrever como a escola e os professores podem contribuir para evitarem que os jovens sejam seduzidos pelas drogas.
Como o Professor deve se Conduzir quando Identificar nos seus Alunos os Problemas Citados?
Dificilmente a alteração de comportamento do aluno, quando este passa a usar drogas, passa despercebida por um professor. O primeiro passo é observar e levantar informações a respeito do aluno. Depois aproximar-se dele e conversar sobre o assunto e posteriormente informar aos pais. Mas sua obrigação é comunicar o fato aos canais competentes, seja o diretor, o orientador ou o coordenador.A escola, por sua vez, tem de levar o fato ao conhecimento dos responsáveis pelo estudante.
Onde Buscar Orientação para Lidar com os Casos Delicados?
Tanto o professor quanto a direção da escola devem buscar orientações em entidades ou clínicas de reabilitação de jovens usuários de drogas em busca de informações mais adequadas de como lidar para minimizar esse problema na escola, inclusive através de palestras, aulas expositivas sobre as conseqüências do uso das drogas e aplicar regras mais incisivas quanto ao seu uso na escola, conforme o Dr. Içami Tiba relata: "A escola não é uma instituição penal clínica de tratamento. Suas leis são mais brandas que as sociais, porém tem de ser mais severas que as familiares.".
Se a escola nada fizer, estará sendo conivente com o uso da droga. O autor destaca ainda que os colégios tenham que usar as armas que lhes são cabíveis: educação, preparo pessoal e integração relacional. Ele complementa ainda que o trabalho da escola deva estar voltado à prevenção: conscientizar os que não usam. Vai além do que a polícia faz porque está a favor da saúde. O autor defende que a orientação pode ser dada por qualquer pessoa que tenha experiência em trabalhos com usuários de drogas.
Como Pais e Educadores devem Combater as Drogas?
Segundo o Dr. Içami Tiba, a escola tem por obrigação capacitar-se para enfrentar as drogas, pois queira ou não, seus alunos vão entrar em contato com as drogas. Nesse contexto entram também os educadores. Os pais por sua vez têm que buscar integração junto à escola para prevenir que seus filhos se deixem levar por essa problemática.
O ponto chave é a prevenção através de informações que possam ser transformadas em conhecimento dentro do indivíduo, dando-lhe possibilidade de discernir o que é certo do que é errado. Informação isolada não adianta.
È imperativo que os pais conversem sempre com seus filhos a respeito do assunto e quanto mais cedo melhor. Uma criança que vai crescendo sendo acompanhada e orientada pelos pais, cresce um adolescente de opinião firme. Os educadores também precisam ter uma postura que possa conduzir os alunos ao caminho do conhecimento e do preparo pessoal. Ações tipo palestras são muito eficientes, mas nem sempre são eficazes, porque geralmente são apenas expositivas. É importante, mesmo que arriscado que os alunos possam interagir com esse tipo de ação, que possam entrar em contato com clínicas de reabilitação de drogados ou ter a oportunidade de conversar com que já foi usuário, e cabe ao educador mostrar ao jovem essa realidade que ele talvez não conheça. Outras ações do tipo eventos contra drogas na escola, como semana de combate ao uso de drogas, entre outros, podem contribuir significativamente na conscientização dos jovens.
Fato é que educar não é proibir, mas sim, informar, orientar e acompanhar. Pais e educadores precisam sempre estar atentos a isso. Essa tríade tem bastante efeito se for sempre posta em prática de forma contínua.
É importante também que além da preocupação com seu próprio filho, os pais se conscientizem que é necessário mobilizar toda a escola ou comunidade, porque de nada adianta todo o cuidado com o filho, se ele sempre estará em contato com outros jovens.
Conclusão
Uma criança que cresce com conhecimento, caráter e autoestima desenvolvidos, dificilmente se deixará levar por caminhos tortos durante a fase da adolescência. O problema é que se subestimam demais as crianças de hoje, protegendo-as das coisas do mundo, ao invés de mostrar-lhes aos poucos, tudo que está ao seu redor. Infelizmente mesmo nos dias de hoje, ainda encontramos pais que tem dificuldade de falar de sexo com seus filhos, algo que é tão natural na vida do ser humano, imagine em se falar de drogas. Nesse ponto cabe a escola, mas em muitos casos, estas também não orientam a respeito por tratar esse assunto como delicado demais ou não estarem preparadas.
Deve-se frisar que a questão do relacionamento entre a escola e a família no trato com os jovens é de fundamental importância e ambos precisam andar sempre juntos para que possam gerar resultados, seja na prevenção do uso as drogas, seja no desenvolvimento pessoal e profissional.
Em síntese, quanto mais próximos estiverem educador, escola e família, rumo à educação dos jovens, mais e melhores serão os resultados, porque essa não é uma ação individualizada, mas sim, um trabalho em rede de relacionamentos.
Referências
TIBA, Içami.Anjos Caídos: Como prevenir e Eliminar as Drogas na Vida do Adolescente.14ª Ed. São Paulo: Gente, 2003
ROSELI, Ana Cecília Petta, CRUZ, Marcelo S. O Adolescente e o Uso das drogas. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462000000600009.  Acesso em 10 abr 2010.

sábado, 1 de junho de 2013

Do puxa-saco ao proativo: como a liderança deve lidar com os diferentes tipos de liderado?

Do puxa-saco ao proativo: como a liderança deve lidar com os diferentes tipos de liderado?
Motivar, chamar a atenção, garantir resultados. Estes são só alguns dos atributos da liderança que também tem como um dos principais desafios lidar coos diferentes tipos de profissionais.

De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, independentemente do tipo doprofissional, o diálogo deve basear a relação entre líder e liderados.

O diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, concorda e lembra que todoos perfis têm lados positivos e negativos, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Perfis


Do puxa-saco ao proativoos especialistas consultados pelo portal InfMoney dão dicas sobre como a liderança pode trabalhar coos perfis mais comuns.
 
Puxa-saco: clássico naempresas, o puxa-saco concorda com tudo que é proposto pelo líder e tenta o tempo todo se promover. Dessa forma, dizem os especialistas, ele acaba sendodesvalorizado por colegas e pela liderança.
Ao líder, cabe mostrar que esse comportamento não é o ideal, deixando claro que a pessoa nãirá obter benefícios com ele. É ainda necessário salientar que o profissional precisa trazer novas ideias.

Injustiçado
Na maior parte das vezes, trata-se de um profissional que está há mais tempo naempresa e que acredita que merecia uma promoção ou um aumento salarial. Como isso nãoocorre, ele tende a se sentir desvalorizado.

Com profissionais nesta situaçãoo líder deve conversar e apresentar perspectivas de crescimento, não deixando de apontar quais os caminhos que a pessoa deve percorrer para chegar lá. Emoutras palavras, o que é esperado do profissional.

Apático: segundo os especialistas, o profissional apático merece atenção redobrada da liderança. Isso porque, muitas vezes, a apatia pode ser confundida com insegurança ou mesmo se tratar de um caso de introversão.

Para tirar a dúvida, o líder deve observar cuidadosamente se a pessoa traz ou não resultados para a empresa. Em caso positivo, ele deve mudar a forma de agir coo profissional, tentando trazê-lopara mais perto. Se for avaliado realmente como apático, a saída é investir por um tempo namotivação do profissional.

Dependente: o profissional dependente sempre aguarda as resoluções dos parceiros, pares ou da liderança, o que demonstra uma grande dose de insegurança. Primeiramente, o líder deve tentar investigar os motivos que deixam o profissional inseguro e tentar desenvolver nele as características de liderança. Isso porque, dizem, tais profissionais devem aprender a deixar de ser coadjuvantes para assumir as características de liderança em uma eventual necessidade.

Competente demais para a função: para os especialistas, essa é uma característica da geraçãoY. Entretanto, profissionais mais experientes que, por algum motivo, tiveram de assumir cargos com menor responsabilidade do que o que exerciam anteriormente também são acometidos por este sentimento. Assim, para que este profissional não se desmotive e deixe de entregar resultados, o líder deve apresentar a ele um plano de carreira.

Quer o lugar do chefe: ao contrário do que se possa imaginar, profissionais que demonstram querer o lugar do chefe não são mal vistos pelas empresas, desde que, é claro, essa disputa nãoseja de forma desleal.

Se for de maneira saudável, dizem, é excelente para o líder, pois alavanca a carreira dele, servindocomo um propulsor para o chefe, que pode ocupar posições mais altas. Dessa forma, o líder deve valorizar este profissional, dando sempre feedbacks e trabalhando os pontos negativos.

Proativo: valorizado naempresas, o proativo é aquele que sempre está a frente dooutros e dá ótimos resultados. Ao líder, cabe tentar mantê-lo motivado e valorizado, não esquecendo, contudo, de colocar os limites necessários para que a pessoa não exagere e não acabe ultrapassando-os.



Fonte: Administradores.com

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Como será a escola do futuro?

Escola de ensino fundamental na China. Uso de notebooks já é realidade em sala de aula.
Escola de ensino fundamental na China. Uso de notebooks já é realidade em sala de aula desde a mais tenra infância
Educação para um novo milênio. A maioria dos países desenvolvidos já entendeu como funciona: transformar a sala de aula em uma pequena empresa, com foco em resultados, gerenciada de forma moderna.
Em alguns campus norte-americanos a ideia começa a vingar; e também na Ásia escolas e universidades experimentam a chamada “Educação do Futuro”. Mas a tendência é mundial.
Os cases mais exemplares são a Universidade de Indiana, a Universidade Multimídia da Malásia, a Koninklijke Bibliotheek (Biblioteca Real Holandesa), a Biblioteca Liaoning, na Província de Liaoning (China), o Museu Nacional da Austrália, o Museu Egípcio no Cairo e a Biblioteca Nacional Dinamarquesa para Cegos. Em todos esses lugares, a administração está voltada a resultados, com uma ampla oferta digital aos mestres e pesquisadores.
Entre as novidades tecnológicas à disposição de professores e alunos estão o gerenciamento eficiente e o armazenamento digital de documentos, áudio e vídeo, que facilitam a pesquisa; acesso remoto à informação, via rede (mesmo a alunos que não pertençam à escola); aprimoramento dos recursos de ensino, reutilizando e compartilhando conteúdo em toda a escola ou universidade; compartilhamento em tempo real de informações com outras instituições, para colaboração e instrução de pesquisa; e sistema de segurança para garantir a integridade de documentos valiosos exibidos online
A missão das escolas do futuro é criar um aluno mentalmente mais ágil, que se interessa por uma gama maior de matérias, que se sente observado e atendido pelo mestre em tempo integral e que tem à disposição os mais modernos instrumentos para avançar com segurança. É a sala de aula se transformando em um grande centro de sabedoria – e com capacidade real de educar um grupo de alunos cujas mentes estão o tempo todo sendo instigadas.
Como ensinar uma criança que vive em um mundo cada vez mais tecnológico? Com tecnologia de ponta, é claro. Alguns segredos são a criação de um cadastro digital de alunos, baseado em sistema ERP, que gerencia notas, faltas, aptidões, trabalhos pessoais e em grupo, a capacidade de concentração e o relacionamento com os colegas; a monitoração em tempo real de cada aluno pelo professor, que passa a dispor de um ferramental digital no seu dia-a-dia; investimento em novas plataformas (digitais) de ensino, tanto em sala de aula quanto à distância; e manter essas informações acessíveis também aos pais, via celular ou palm.
O notebook e a Internet já são realidade em uma série de universidades norte-americanas, na Europa e na Ásia (os mestres utilizam a web e o PC para criar material a ser ministrado em sala de aula; os alunos navegam para fazer seus trabalhos e suas pesquisas; e muitos trocam informações via Bluetooth durante a aula). Mas somente tecnologia não basta. É preciso inteligência (inclusive artificial) para fazer com que a tecnologia fomente o interesse dos alunos e os ajude a enxergar uma dimensão mais ampla de mundo. Não é fácil, mas é fundamental.
O sistema, portanto, tem de mudar – e no mundo todo. Porque o aluno mudou, e esta é a única variável sobre a qual os atuais professores (ainda) não têm controle.
Universidade em Salem, nos Estados Unidos, já integrou a tecnologia ao dia-a-dia dos estudantes
Universidade em Salem, nos Estados Unidos, já integrou a tecnologia ao dia-a-dia dos estudantes