terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Confira repasse de combate à dengue para cada município.


MA recebe R$ 4 milhões para combate a dengue

O ministro da saúde, Alexandre Padilha, chega amanhã no Maranhão para anunciar investimentos. No diário oficial da união, já foi publicado repasse para combater a dengue.

Mais de quatro milhões de reais vão ser liberados para o estado do Maranhão.

A Portaria que foi baixada na quarta-feira (20) considera a necessidade de intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue antes de seu período sazonal com a realização de ações de combate ao vetor.

De acordo com a Superintendência de Vigilância Epidemiológica, dezoito municípios estão em estado de alerta no Maranhão estes apresentaram infestação acima de 1%.

Barra do Corda, Rosário, Açailândia apresentam mais de 2% de índice de infestação.

Doze municípios estão com alta incidência de casos em 2013, entre eles os principais são: São Pedro dos Crentes,  Igarapé do Meio,  Feira Nova do Maranhão.

A maior taxa de óbitos do ano foi registrada em São Luís onde quatro pessoas morreram.

MA Açailândia 298.670,04
MA Afonso Cunha 14.353,02
MA Água Doce do Maranhão 25.274,01
MA Alcântara 58.244,54
MA Aldeias Altas 38.414,16
MA Altamira do Maranhão 26.473,97
MA Alto Alegre do Maranhão 53.030,81
MA Alto Alegre do Pindaré 69.598,22
MA Alto Parnaíba 35.674,16
MA Amapá do Maranhão 18.536,64
MA Amarante do Maranhão 86.182,08
MA Anajatuba 58.428,68
MA Anapurus 23.777,21
MA Apicum-Açu 37.098,18
MA Araguanã 36.436,68
MA Araioses 86.874,44
MA Arame 69.424,70
MA Arari 62.363,84
MA Axixá 29.589,12
MA Bacabal 4 0.115,7 4
MA Bacabeira 34.191,47
MA Bacuri 40.707,00
MA Bacurituba 14.758,98
MA Balsas 165.843,57
MA Barão de Grajaú 39.499,49
MA Barra do Corda 226.312,38
MA Barreirinhas 79.666,62
MA Bela Vista do Maranhão 29.490,77
MA Belágua 15.581,99
MA Benedito Leite 16.468,44
MA Bequimão 45.560,09
MA Bernardo do Mearim 17.637,77
MA Boa Vista do Gurupi 20.449,32
MA Bom Jardim 84.680,85
MA Bom Jesus das Selvas 63.625,20
MA Bom Lugar 35.163,96
MA Brejo 54.466,31
MA Brejo de Areia 15.449,61
MA Buriti 46.649,01
MA Buriti Bravo 53.027,82
MA Buriticupu 134.314,62
MA Buritirana 35.932,68
MA Cachoeira Grande 25.391,16
MA Cajapió 20.459,70
MA Cajari 41.427,54
MA Campestre do Maranhão 30.493,14
MA Cândido Mendes 45.606,35
MA Cantanhede 60.761,94
MA Capinzal do Norte 26.418,96
MA Carolina 72.619,88
MA Carutapera 63.881,34
MA Caxias 301.102,38
MA Cedral 25.756,23
MA Central do Maranhão 21.463,70
MA Centro do Guilherme 28.812,78
MA Centro Novo do Maranhão 49.987,04
MA Chapadinha 133.099,05
MA Cidelândia 32.591,12
MA Codó 346.774,02
MA Coelho Neto 74.061,83
MA Colinas 96.480,86
MA Conceição do Lago-Açu 49.545,03
MA Coroatá 188.289,68
MA Cururupu 78.368,22
MA Davinópolis 30.043,04
MA Dom Pedro 43.416,83
MA Duque Bacelar 29.862,65
MA Esperantinópolis 48.736,44
MA Estreito 116.955,83
MA Feira Nova do Maranhão 24.644,63
MA Fernando Falcão 24.251,76
MA Formosa da Serra Negra 45.801,18
MA Fortaleza dos Nogueiras 30.935,52
MA Fortuna 37.897,34
MA Godofredo Viana 29.495,12
MA Gonçalves Dias 33.423,18
MA Governador Archer 25.152,41
MA Governador Edison Lobão 37.710,14
MA Governador Eugênio Barros 30.855,27
MA Governador Luiz Rocha 14.215,10
MA Governador Newton Bello 2 8.360,11
MA Governador Nunes Freire 69.225,12
MA Graça Aranha 11.715,72
MA Grajaú 161.852,82
MA Guimarães 31.847,07
MA Humberto de Campos 66.941,28
MA Icatu 54.939,24
MA Igarapé do Meio 30.856,20
MA Igarapé Grande 21.505,53
MA Imperatriz 650.394,78
MA Itaipava do Grajaú 39.953,34
MA Itapecuru Mirim 187.704,47
MA Itinga do Maranhão 59.848,02
MA Jatobá 26.236,68
MA Jenipapo dos Vieiras 44.961,90
MA João Lisboa 53.869,53
MA Joselândia 35.876,19
MA Junco do Maranhão 14.721,48
MA Lago da Pedra 129.074,28
MA Lago do Junco 26.691,30
MA Lago dos Rodrigues 23.747,64
MA Lago Verde 38.754,32
MA Lagoa do Mato 21.025,86
MA Lagoa Grande do Maranhão 23.814,39
MA Lajeado Novo 13.536,90
MA Lima Campos 27.948,20
MA Loreto 34.085,30
MA Luís Domingues 18.624,24
MA Magalhães de Almeida 49.068,72
MA Maracaçumé 43.872,77
MA Marajá do Sena 16.631,24
MA Maranhãozinho 33.659,49
MA Mata Roma 40.975,13
MA Matinha 51.441,44
MA Matões 44.187,44
MA Matões do Norte 34.099,41
MA Milagres do Maranhão 17.240,25
MA Mirador 6 9 . 11 0 , 6 4
MA Miranda do Norte 72.906,87
MA Mirinzal 33.427,14
MA Monção 69.401,84
MA Montes Altos 32.657,58
MA Morros 52.783,85
MA Nina Rodrigues 23.961,09
MA Nova Colinas 15.586,74
MA Nova Iorque 14.756,40
MA Nova Olinda do Maranhão 46.438,59
MA Olho d'Água das Cunhãs 41.833,19
MA Olinda Nova do Maranhão 31.981,71
MA Paço do Lumiar 298.127,04
MA Palmeirândia 42.196,89
MA Paraibano 44.931,63
MA Parnarama 46.180,37
MA Passagem Franca 30.657,24
MA Pastos Bons 35.168,18
MA Paulino Neves 26.534,19
MA Paulo Ramos 35.554,68
MA Pedreiras 11 4 . 0 1 6 , 2 0
MA Pedro do Rosário 53.665,77
MA Penalva 68.572,37
MA Peri Mirim 32.467,32
MA Peritoró 65.487,35
MA Pindaré-Mirim 75.196,14
MA Pinheiro 216.025,49
MA Pio XII 53.340,69
MA Pirapemas 39.749,76
MA Poção de Pedras 60.497,82
MA Porto Franco 42.365,27
MA Porto Rico do Maranhão 17.384,46
MA Presidente Dutra 131.772,06
MA Presidente Juscelino 22.663,76
MA Presidente Médici 18.500,46
MA Presidente Sarney 39.681,21
MA Presidente Vargas 26.879,82
MA Primeira Cruz 43.689,30
MA Raposa 85.394,22
MA Riachão 5 0 . 2 6 5 , 11
MA Ribamar Fiquene 20.176,34
MA Rosário 86.069,16
MA Sambaíba 19.516,07
MA Santa Filomena do Maranhão 15.938,60
MA Santa Helena 76.878,18
MA Santa Inês 149.986,32
MA Santa Luzia 187.721,42
MA Santa Luzia do Paruá 61.867,83
MA Santa Quitéria do Maranhão 48.658,43
MA Santa Rita 73.450,58
MA Santana do Maranhão 22.737,60
MA Santo Amaro do Maranhão 28.827,83
MA Santo Antônio dos Lopes 33.221,48
MA São Benedito do Rio Preto 33.694,26
MA São Bento 89.142,84
MA São Bernardo 43.093,55
MA São Domingos do Azeitão 19.498,35
MA São Domingos do Maranhão 64.183,25
MA São Félix de Balsas 17.828,78
MA São Francisco do Brejão 29.462,76
MA São Francisco do Maranhão 30.223,29
MA São João Batista 44.225,10
MA São João do Carú 35.767,65
MA São João do Paraíso 26.723,66
MA São João do Soter 42.521,22
MA São João dos Patos 70.366,79
MA São José de Ribamar 503.259,36
MA São José dos Basílios 16.295,22
MA São Luís 2.959.877,70
MA São Luís Gonzaga do Maranhão 33.100,05
MA São Mateus do Maranhão 75.691,32
MA São Pedro da Água 29.224,14
MA São Pedro dos Crentes 10.943,13
MA São Raimundo das Mangabeiras 46.027,80
MA São Raimundo do Doca Bezerra 18.463,61
MA São Roberto 20.793,92
MA São Vicente Ferrer 46.439,93
MA Satubinha 28.495,44
MA Senador Alexandre Costa 26.017,13
MA Senador La Rocque 33.512,82
MA Serrano do Maranhão 26.081,88
MA Sítio Novo 38.923,23
MA Sucupira do Norte 25.908,59
MA Sucupira do Riachão 13.497,15
MA Tasso Fragoso 24.250,43
MA Ti m b i r a s 83.776,43
MA Ti m o n 225.995,46
MA Trizidela do Vale 48.829,17
MA Tu f i l â n d i a 22.761,75
MA Tu n t u m 76.055,22
MA Tu r i a ç u 80.383,74
MA Tu r i l â n d i a 51.122,84
MA Tu t ó i a 43.929,1
MA Urbano Santos 40.778,28
MA Vargem Grande 143.329,86
MA Vi a n a 137.709,39
MA Vila Nova dos Martírios 29.331,32
MA Vitória do Mearim 75.156,15
MA Vitorino Freire 75.386,58
MA Zé Doca 11 6 . 4 9

IMAGEM DO DIA. ARRASTÃO NO RIO DE JANEIRO...

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Franciscano participa da Plenária de Elaboração de Estratégias do projeto Brejão sem Crack.


  • (Ex-prefeito Franciscano participa da plenária Brejão sem Crack)
    Divulgação
São Francisco do Brejão – O ex-prefeito Francisco Santos Sorares (Franciscano) participou na manhã desse sábado (30), na Câmara de Vereadores, da reunião Plenária de Elaboração de Estratégias do Projeto “Brejão sem Crack”.
“Nunca fugi às causas que envolvem essa comunidade. Mais uma vez, estou aqui para garantir que podem contar com a nossa parceria. Temos que agir e combater esse mal que assola a sociedade, que são as drogas, especialmente o crack”, comprometeu-se Franciscano.
O projeto “Brejão sem Crack” visa o combate e a repressão aos traficantes, bem como a recuperação e ressocialização das pessoas, hoje, dependentes das drogas, e que por isso vivem sob a discriminação de parte da sociedade. Para isso, a Câmara abraçou a ideia do sargento Binace e do professor Francisco Vale, e aliando-se a outras entidades e o poder executivo, dará vida a esse projeto.
Em outro trecho de sua fala, o ex-gestor relembrou que durante sua administração trouxe para o município uma escolinha da CBF, atuou para a instalação de um trailer da Polícia Militar no Trecho Seco e a implantação do PROERD no município, já com a preocupação em combater a força do tráfico.
Os vereadores presentes na reunião, bem como representantes de associações, ONGs, entidades religiosas e o sargento Josimar Binace, que comandou a PM no município na época do Franciscano, fizeram questão de enaltecer o trabalho do ex-prefeito neste sentido e fizeram várias referências ao político.
“Quero agradecer à presidente da Câmara, Lucimary Freires (Preta), e todos os vereadores pelo convite. Também parabenizar todas as pessoas e entidades que, direta ou indiretamente, estão envolvidas neste projeto e reafirmar nossa colaboração para o êxito desta campanha”, finalizou Franciscano. (Assessoria)

oprogressonet.com.br


sábado, 30 de novembro de 2013

Justiça determina multa se Gleide não reduzir a carga horaria dos professores

O SINTRASEMA, acaba de conseguir mais uma vitória contra a tirania do atual governo municipal de Açailândia foi a DECISÃO JUDICIAL LIMINAR favorável ao pedido de REORGANIZAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO DA EDUCAÇÃO, conforme Lei Federal nº 11.738/2008, incluindo todos os profissionais do magistério. A Diretoria do SINTRASEMA e do Departamento Jurídico deste Sindicato, através do Dr. Thiago Sebastião Campelo Dantas.
Concedo parcialmente a liminar, para determinar ao Município de Açailândia, que a partir do primeiro dia do ano letivo de 2014, adeque a carga horá ria de seus profissionais do magistério nos moldes da Lei Federal 11.738/2008, ou seja: a) para o regime integral de 40h, a carga horária em classe será de 26h40min, enquanto a extraclasse ficará em 13h20min; e b) para o regime parcial de 25h, a carga horária em classe será de 16h40min, enquanto a extraclasse ficará em 8h20min. Considerando a relevância dos direitos envolvidos na lide, bem como o número de pessoas lesadas, estabeleço multa diária de R$ 10.000,00 (dez mil reais), limitada a dez dias multa, caso haja o descumprimento desta decisão.
Citese e intime-se a parte ré, através de sua representação judicial - Procuradoria Geral do Município de Açailândia -, fim de que, querendo, apresente contestação no prazo de 60 (sessenta) dias, sob pena de serem reputadas verdadeiras as afirmações articuladas na petição inicial (arts. 285, 297 e 319, CPC). Intime-se o Município de Açailândia, através do Setor de Recursos Humanos do Poder Executivo para que em tempo, tome as medidascabíveis e necessárias ao cumprimento desta decisão.
Oficie-se à Secretaria Municipal de Educação deste município para, no prazo de trinta dias, encaminhar a este Juízo relação nominal do quantitativo geral do quadro de profissionais da educação - sejam efetivos, comissionados, cedidos,
substitutos, temporários, terceirizados ou contratados a título precário - que ingressaram a partir de abril de 2011. Notifique-se o Ministério Público.
Sirva-se de MANDADO, CARTA e OFÍCIO a presente decisão (Ofício Circular n.º 11/2009-GAB/CGJ).
Cumpra-se.
Açailândia, 28 de novembro de 2013.
Angelo Antonio Alencar dos Santos
Juiz de Direito

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Escolas da rede pública e privada do estado ficarão sem aula durante a Copa

Escolas e faculdades privadas antecipam início do ano letivo devido ao calendário de jogos esportivos. Durante a Copa do Mundo, todas as redes de ensino terão férias


Salas de aulas ficarão vazias durante a Copa do Mundo (A.Baêta/OIMP/D.A Press)
Salas de aulas ficarão vazias durante a Copa do Mundo
 
Os estudantes de escolas municipais, estaduais, faculdades e universidades vão estar de férias durante toda a Copa do Mundo de 2014, que terá jogos em alguns estados brasileiros. Por conta do evento esportivo mundial, o ano letivo para alunos de escolas e faculdades privadas irá começar em janeiro, já as escolas públicas estaduais, as aulas só iniciam em março, para as escolas municipais e universidades públicas, o calendário do ano letivo de 2014 ainda não foi divulgado.

A possibilidade de alteração no calendário escolar da rede de ensino pública e privada está garantida pela Lei Nº, a Lei Geral da Copa. Por essa lei, os sistemas de ensino dos locais que vão receber os jogos da Copa do Mundo de 2014 podem readequar o ano letivo, desde que não reduzam o número de horas previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Mesmo não recebendo jogos da Copa do Mundo, em São Luís, as escolas públicas e privadas de São Luís, aderiram à Lei da Copa, reajustando o período de férias para conciliar com o período de realização do evento esportivo.

A maioria das escolas, faculdades e universidades particulares da capital, vão iniciar o ano letivo no dia 13 de janeiro e entrarão de férias em 12 de junho de 2014, fazendo com que o período de férias seja o período em que os jogos serão realizados. Já no segundo semestre, as aulas serão retomadas no dia 21 de julho, com previsão de termino no dia 20 de dezembro.

O presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Maranhão, Raimundo Figueiredo, afirmou que o calendário do ano letivo de 2014 é de responsabilidade das escolas, e que a maioria decidiu iniciar as aulas na segunda quinzena de janeiro, principalmente do Ensino Médio por causa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no fim do ano.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), o calendário do ano que vem será concluído na próxima semana, mas os 200 dias letivos de aula de 2014, já estão garantidos. As férias dos discente e docente no meio do ano serão no mesmo período de realização da Copa do Mundo.

Nas escolas estaduais, o calendário foi alterado por causa da greve dos professores, que fez com que as aulas tenham previsão de término em meados de fevereiro. No novo calendário de 2014, as aulas começarão no dia 6 de março. Já as férias também estarão compreendidas no período de 12 de junho a 11 de julho, mesmo período da Copa, sendo de 12 de junho a 11. O encerramento ano letivo de 2014 tem previsão para 9 de fevereiro de 2015.

Segundo a Secretaria de Educação Estadual (Seeduc), os 200 dias letivos dos alunos estão assegurados e que os dias de sábado não serão necessários para repor aulas.

Para a universitária Conceição Castro, de 32 anos, a antecipação das férias por causa da Copa, vai acabar prejudicando os compromissos dela, que sempre eram marcados no tempo normal de férias da universidade.

“Acredito que a universidade não pode impor que a gente altere toda uma rotina por causa de uma competição de futebol. Foi horrível essa antecipação do calendário. Pela rotina que tenho, me sinto prejudicada. Acredito que eles deveriam ter planejado antes para ter nos informado.” disse Conceição Castro.

Para o aluno de escola pública, Vinicius Soares, a antecipação das férias, é mais que importante, porque asim os alunos vão ficar despreocupados e poderão assistir aos jogos de forma tranquila.

“Concordo com a antecipação das férias, porque o futebol é uma cultura dos brasileiros e afinal de contas, a Copa do mundo será no Brasil, então todos gostam de assistir aos jogos” disse Marcos Vinicius.

Aprendendo com a Copa

De acordo com a pedagoga Samia Priscila, os alunos não serão prejudicados durante a Copa do Mundo, porque as férias estão apenas sendo antecipadas, mas os professores podem aproveitar o evento esportivo para trabalhar em sala, de forma positiva.

“Eu acredito que os alunos não serão prejudicados durante a Copa porque as férias apenas serão antecipadas. Os professores podem aproveitar a oportunidade de trabalhar de forma dinâmica sobre o tema Copa do mundo” disse a pedagoga Samia Priscila.

A pedagoga concluiu dizendo que, os professores podem utilizar o tema Copa do Mundo e pedirem para alunos elaborarem maquetes de campos de futebol, mostrar a física dentro do campo, as cores das bandeiras dos países que vão jogar, a matemática da quantidade de jogadores em campo, bem como de torcedores. São inúmeras formas em que o professor pode utilizar a temática para que a Copa do Mundo seja instrumento de aprendizado.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O poder da mesa

Como driblar a escassez do tempo e investir em um hábito antigo, porém eficiente: o partilhar do pão em família 
O poder da mesa

A mesa. Para alguns, apenas uma peça do mobiliário doméstico que serve para compor um ambiente da casa e deixá-lo mais bonito. Para outros, um local cômodo e rápido para depositar tudo o que se traz da rua e se empilham diversas coisas.
Mas um fato é certo. Quando o indivíduo utiliza a mesa para a comunhão por meio do alimento, ele desenvolve uma mente mais inteligente, espírito mais forte, corpo mais saudável e torna-se uma pessoa mais feliz. A autora Devi Titus traz à tona esse assunto no livro "A Experiência da Mesa". Com o intuito de levar o leitor a descobrir relacionamentos mais profundos e significativos, Devi defende que a mesa tem um impacto significativo sobre a alma. Ela trata os instantes à mesa como um tesouro que, ao ser aplicado na hora certa, pode resultar em novos níveis de satisfação nos relacionamentos.
A vida moderna, o excesso de compromissos, o tempo escasso e também a negligência têm sido os grandes responsáveis pela perda desse momento, que pode ser considerado sagrado. O ritmo acelerado da sociedade contemporânea ocasiona a perda de uma comunicação de qualidade e o enfraquecimento das relações interpessoais. Assim, a família, a comunidade e até a nação acabam sofrendo as consequências da desagregação.
Através do princípio da mesa, a autora, que é uma das mais reconhecidas conferencistas e escritoras cristãs da América do Norte, destaca que o simples fato de abandonar um hábito como o de sentar-se à mesa e compartilhar a refeição faz com que o indivíduo acabe por se esquecer de valores considerados fundamentais na vida familiar. "Não existe experiência de vida que substitua a conexão e o significado criados ao comermos juntos à mesa", resume ela. O importante é a troca de afeto. E isso é o que constrói uma família.
Incrementar esse momento diante da mesa potencializa a comunicação entre os membros da família, pois quando todos têm a oportunidade de se posicionar face a face, a compreensão da escuta e da fala se iguala, promovendo comunhão e momentos inesquecíveis que, com certeza, irão trazer crescimento e serão lembrados para sempre.
Na Escritura Sagrada, há relatos que se referem à mesa desde o Velho Testamento. A primeira vez que a palavra é usada na Bíblia é em Êxodo 25. Nesse capítulo, Deus entregou a Moisés instruções muito detalhadas sobre o mobiliário a ser colocado no Tabernáculo, o primeiro lugar oficial de reunião para o Seu povo. Há registros de ocasiões importantes em que o encontro à mesa resultava não apenas no partilhar do pão, mas também na transmissão de doutrinas, valores, ideais e posturas, fato também comprovado pela ciência. Estudos realizados por universidades da Alemanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha afirmam que esse momento ajuda na organização social, na imposição de limites, no enriquecimento das relações interpessoais e do vocabulário.
SANTA MESA
Pensando na realidade bíblica, vale a pena observar a experiência de Jesus com os discípulos. Um dos elementos pedagógicos usados por Cristo para ensinar e transformar a vida de 12 homens com histórias e vivências diferentes foi a reunião em torno da mesa. Nesse lugar especial, Jesus teve seus pés ungidos por uma mulher e ensinou que quem sabe o quanto foi perdoado consegue expressar um coração mais grato e adorador (Lucas 7:37).
Em outra ocasião ao redor da mesa, Jesus celebrou a ceia com os discípulos, e mesmo sabendo que Judas O trairia, não o privou daquele momento, aproveitando o ensejo para ensinar que ali é um lugar de acolhimento. O Filho de Deus estava sempre cercado por um grupo, fosse grande ou pequeno, e utilizava elementos comuns à mesa daquele tempo para ilustrar ensinamentos simples e profundos.
O livro de Atos, capítulo 24, relata que, ao ressuscitar, Jesus aparece no caminho de Emaús para os discípulos, que só percebem que quem estava com eles era Cristo quando param para jantar. E lá estava novamente a mesa. Também ressurreto, Jesus aparece aos discípulos em um jantar na praia e, nesse encontro, Ele restaura Pedro. A mesa foi um lugar especial na vida diária do Salvador. Dessa forma, ela também pode e precisa ser um lugar especial para a edificação familiar hoje.
O psicólogo e pastor da Igreja Presbiteriana Filadélfia, Iranildo Ferreira, é casado há 12 anos com Tárcia. Com a chegada do pequeno Gustavo há pouco mais de um ano, o casal passou a observar que um momento interessante de ensinar valores ao filho era durante as refeições. Por isso, considerou o quão necessário era estabelecer na rotina da família o hábito de ter esse momento de comunhão à mesa.
Além de o casal ter que cumprir suas atividades profissionais, Gustavo passou a frequentar a creche e, com isso, a família ficou privada da presença um do outro pela maior parte do tempo. "Seguindo os princípios bíblicos, identificamos o poder da celebração ao redor da mesa, justamente quando nos demos conta de que estávamos reféns de nossos compromissos externos e insensíveis aos compromissos dentro de casa", verificou Iranildo.
Uma vez constatado isso, a celebração em família passou a fazer do encontro um momento em que simultaneamente pais e filho dispõem ali de um alimento para a vida e para o reforço dos laços amorosos. A vivência partilhada torna o ser humano mais próximo, resultando na conquista de uma intimidade semelhante à do encontro pessoal que Adão e Eva tinham com Deus diariamente no Jardim do Éden.
A mesa é também um sinal de alegria e comunhão (Ap 3:20). Na parábola do filho pródigo, vê-se que ele não sentia saudade das viagens, das faculdades pagas pelo pai, mas que recordava com alegria os momentos em torno da mesa e da presença familiar (Lucas 15:17). Além disso, é bom ressaltar que o ápice da reunião cristã é a ceia, ou seja, mais uma vez a mesa está representada.
Nos momentos em que Jesus não estava presente em forma humana, Ele ensinou que o pão seria a figura que O representaria, permaneceria como peça central da mesa e como forma de enfatizar a presença sobrenatural e redentora de Sua existência. "Não é apenas comer à mesa que faz a diferença. Comer à mesa com a presença da graça é o que importa", ensina Devi, destacando que ali é um lugar para edificar e não para destruir.

CIÊNCIA A FAVOR DA RELIGIÃO
A hora da refeição é considerada por psicólogos, psicopedagogos e pediatras muito importante para a educação, não só alimentar, mas psicológico-existencial das crianças. A socióloga alemã Ângela Keppler conduziu uma pesquisa com 300 famílias alemãs, onde se demonstrou que famílias que optam pelo velho hábito de conversar durante as refeições, em vez de assistir à televisão, obtêm maior harmonia e fluidez em suas relações. A socióloga chegou à conclusão de que uma das melhores terapias familiares é a comunicação à mesa.
As comprovações científicas não param por aí. Estudos da Escola de Pedagogia de Harvard, nos Estados Unidos, revelam que quem compartilha regularmente as refeições com a família, além de comer melhor, tem maior bem-estar físico e emocional. No Centro Nacional de Dependência e Abuso de Drogas da Universidade de Columbia (EUA), foi descoberto que quanto mais refeições são feitas junto com os pais, mais os filhos se dão bem na escola e atrasam a iniciação sexual; além de ter menos probabilidade de beber, fumar, usar drogas, ficarem deprimidos, brigarem ou desenvolverem distúrbios alimentares.
Um levantamento realizado em 2007 com 20 mil alunos ingleses de 16 anos demonstrou
uma forte relação entre refeições regulares à noite com a família e o bom desempenho no exame escolar feito por todos os secundaristas da Grã-Bretanha. Ainda na Grã- Bretanha, segundo os dados da pesquisa, que foram recentemente publicados pelo departamento de "Crianças, Escolas e Famílias" do governo britânico, constatou-se que os melhores resultados estavam entre os filhos de famílias que se reuniam para jantar.
Outra pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, mostrou que a criança que se senta à mesa com os pais alimenta-se melhor em comparação aos coleguinhas que comem sozinhos. Ainda em outra análise, com 16 mil crianças de nove a 14 anos, as frutas e vegetais aparecem quase duas vezes mais no prato daquelas que fazem as refeições com a família ao redor da mesa.
Esse fato foi comprovado pela família Pelição. Membros da Missão Evangélica Praia da Costa, os pais, João Batista e Vanuza, passaram a se incomodar ao ver suas crianças almoçarem vendo televisão. "Há cinco anos sentamos todos à mesa. Isso ocorre no café da manhã, almoço e jantar. As crianças passaram a comer alimentos que antes não comiam. Incentivamos também a autonomia, a partir do momento em que permitimos que se sirvam sozinhas, além de fazermos a oração e lembrarmos que o alimento é dado por Deus", explica Vanuza.
De acordo com a mãe, as crianças não comiam determinadas preparações e, quando começaram a ver o exemplo dos pais, animaram-se a experimentar e aceitar determinados alimentos. "Comer juntos à mesa é um ato de decisão, é necessário pulso firme e persistência", resume. Para atrair ainda mais a família e vencer a batalha contra a televisão, Vanuza conta que varia a forma em que a mesa fica disposta e que, inclusive, fazem piqueniques em outros cômodos da residência, proporcionando um momento diferente, alegre e descontraído, colocando em prática o que Devi Titus orienta: "sua mesa deve sempre ser vista como um lugar feliz, de interação, calor humano e aceitação."

REFEIÇÃO INOVADORA
Buscar meios alternativos, semelhantes e tão eficientes quanto a forma tradicional de se assentar a uma mesa faz parte do bom hábito neste processo. Fabio Hertel, membro da Missão Evangélica Praia da Costa e diretor de Comunicação e Novos Negócios da Hortifruti, porém mais conhecido como "the table man"- já que fala tanto sobre o assunto -, ressalta que esta é uma semeadura com colheita perene, mas não instantânea.
The table man (o homem mesa) arrisca a dizer que, talvez por isso, essa sociedade imediatista não veja tantas vantagens de estar em família à mesa. É uma relação como outra qualquer, e como tal, tem que ser aprofundada, conquistada. Sentar-se à mesa é um salto que precisa ser experimentado por toda a família. Com os adultos, é preciso informar, conscientizar e decidir: só faremos refeições à mesa. Com as crianças, necessita-se de um pouco de paciência e muita criatividade.
Fabio inova e diz que a mesa tem que ser uma atividade legal, lúdica e abençoadora. "Criei um jogo da família, com 20 prendas para serem pagas após as refeições; brincamos de jogo da velha, forca, telefone sem fio e outros passatempos. Tudo para que aquele momento seja bem divertido. Temos várias toalhas quadriculadas e fazemos piquenique dentro do apartamento. Nossa mesa tem que ser alegre", aponta.
Os líderes de casais da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério do Aribiri, Robson e Fabiane Borges, contam que herdaram esse hábito de sentar-se à mesa com os familiares e já o aplicam no dia a dia com a sua filha, Julya, de 8 anos. Mesmo morando em uma casa pequena e tendo uma mesa de apenas quatro lugares, a família Borges faz questão de providenciar condições para que quando extrapolar o número de ocupantes, as visitas partilhem juntas desse momento sagrado que é a refeição. "Se não tivermos tempo para a esposa podemos nos distanciar e esquecer que nos amamos. Se não tivermos tempo para nossos filhos, o traficante tem. Por isso o mundo que está cada vez mais perdido e todo tipo de prevenção é válida", constata Robson.
Com relação à hora mais apropriada para se organizar esses encontros, a dica de Fábio é que os pais sejam flexíveis, coerentes, mas resolutos. Quanto mais, melhor. E qualquer momento, ou qualquer refeição, é uma oportunidade para se divertir à mesa. "Estar com a família é sempre bom, mas a mesa é um altar que precisa ser restaurado dentro de nossas casas. Sob este aspecto, nada pode substituí-la. Aconselho que se comece aos poucos e se vá avançando na prática de se reunir à mesa".
É como uma disciplina devocional. Não deve ser encarada como um castigo, mas como uma bênção de Deus. É um tempo mágico, de encontro com quem se ama. A mesa é muito democrática, adultos e crianças ficam mais ou menos da mesma altura. The table man relembra que as cinco maiores religiões do mundo - judaísmo, islamismo, budismo, hinduísmo, e cristianismo - recomendam as refeições familiares.
"Creio também que é uma vereda antiga, um princípio de Deus que foi se perdendo", reconhece. Um dos piores momentos da vida de Israel foi quando cada um fazia o que queria de forma isolada. Cada um fazia o que achava mais reto (Juízes 21:25b). O texto não fala que o povo fazia coisas erradas, mas o que achava bem aos seus próprios olhos, sem vínculo ou comunhão. "Quando a família não se encontra à mesa, o povo não se encontra como nação", resume Fabio.
Para encerrar, a autora Devi Titus faz uma convocação aos leitores: "Se quisermos preservar e proteger nosso lar, casamento e nossa família, desfrutar do potencial escondido que estamos perdendo e restaurar um princípio fundamental que o próprio Senhor estabeleceu há milhares de anos, então, é hora de arrumarmos a mesa!".

domingo, 24 de novembro de 2013

NOSSA CIDADE PRECISA DE QUÊ?



Nas primeiras horas da madrugada deste domingo, dia 24 de novembro um acidente fatal vitimou o jovem Vinícius Prates de 18 anos. Um desentendimento entre jovens da cidade de Brejão e de Açailândia motivou um perseguição em alta velocidade no MA 122 e na altura do povoado União, mas precisamente, cerca de 1 km após o povoado, o veículo onde estava a vítima foi fechado por dois carros que estavam fugindo da perseguição. O veiculo saiu da estrada e colidiu em várias estacas. No veículo acidentado se encontravam três pessoas, sendo que o motorista teria saído ileso, o carona Vinicius veio a óbito e a outra pessoa teve ferimentos na cabeça. Segundos informações de testemunhas, a discussão teria começado nas imediações da danceteria conhecida como Palhoça Dance.
Independente das circunstâncias na qual aconteceu o fato, no qual não gostaria de trazer público até porque toda a cidade já sabe.
Gostaria de lamentar que atitudes de segurança pública não estão sendo realizadas a altura do que esta comunidade está precisando. Não gostaria também de atacar a Polícia Militar sem conhecimento de causa, pois não sei se o aparato policial é pequeno, se as armas não estão adequadas para operação preventiva e repressiva, não sei tão pouco se a mesma não dispõe de veiculo adequado para as operações, se a mesma não tem o apoio necessário, enfim, não sei o que de fato está acontecendo.
Nesta notícia, lamentamos informar ao Estado do Maranhão e ao Brasil que a nossa cidade tão amada e falada por ter recebido o título de “Capital do Leite”, cidade que tive o prazer de pesquisar anos após anos a sua história até publicar um livro sobre a mesma. 
Hoje, ao perder mais um dos seus filhos, nos habilita a pedir socorro porque convivemos com uma situação de insegurança neste momento: nos últimos anos a onda de assaltos tem sido fora do comum, o Bradesco que eu me lembre, foram 3 vezes, os correios, a lotérica, um armazém da cidade, a companhia de energia. 
Drogas? Esta tem entrado indiscriminadamente, destruindo os nossos jovens e desestruturando as nossas famílias. 
O trânsito é uma desordem, os jovens empinando motos à luz do dia nas principais ruas da cidade e à noite, principalmente, numa velocidade descomunal. 
Os sons dos carros, estes podem levantar a tampa do porta malas e desabar um som estridente e desrespeitador. 
As danceterias funcionam até a madrugada e quando terminam os jovens começam a fazer arruaças e promover o que querem nos bares arredores da cidade. 
Eu queria poder estar tranquilo quando vejo crianças brincando e vivendo a sua infância na porta das suas casas, jogando petecas, brincando do queima, batendo bola ou outras coisas mais, mas o trânsito ameaça a vida de todos. 
Eu tenho certeza que tudo perpassa pelas políticas de segurança pública, porque no momento em que ela agir de forma enérgica e humana poderemos não ver mais fatos como estes narrados porque antes de qualquer atitude que possa gerar danos como estes, o jovem pensará: 
-Aqui na minha cidade a lei não permite tais coisas, por isso vou me conter!
Espero não ter ferido pessoas com o que disse, mas eu amo esta cidade, e escolhi pra nela viver por toda a vida e não quero vê-la destruída pela insanidade e falta de segurança. 
Vinícius Prates, parta em casa, vamos ficar por aqui lutando pra que outros possam viver!

POR FRANCISCO DE ARAÚJO VALE.

sábado, 23 de novembro de 2013

A CARA DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO BREJÃO - MA

Transamazônica vira pista de exercícios para moradores de Pacajá


Encontramos, em vários pontos da Transamazônica, pessoas vestidas com roupas de academia e um boné para proteger do sol. Elas estavam fazendo exercícios no acostamento da rodovia, diante de carros em alta velocidade (quando o trecho é asfaltado, claro). Vimos o primeiro cenário do gênero no Piauí, mas não conseguimos parar o carro para conversar com essas pessoas. Ficamos com isso na cabeça, perguntando intimamente o motivo para elas estarem ali, se arriscando. Vale lembrar que em alguns pontos da Transamazônica asfaltada, o acostamento é estreito, o que aumenta ainda mais o risco de atropelamento.

Na cidade de Pacajá (PA), voltamos a ver o cenário de academia esportiva às margens da rodovia. Desta vez conseguimos um espaço para estacionar o carro com segurança, sem colocar em risco essas pessoas e nem os motoristas que trafegavam pelo local.
Abordamos um grupo de mulheres, com idades variadas. Todas pareciam bem concentradas nos exercícios, movimentando os braços durante a caminhada. Elas até tomaram um susto quando descemos do carro para falar com elas.
O chocante da história foi a revelação que uma delas nos fez. Todas ali atuavam na área da saúde de Pacajá, portanto, sabem que o exercício é uma boa medida para se manter saudável e prevenir uma série de problemas para o corpo, principalmente o sedentarismo e suas consequências. A revelação foi a de que a cidade não oferece espaço algum para a prática de exercício. E parece que muitos moradores concordam com isso, pois o movimento de vai e vem de pessoas pelo acostamento era intenso.
Leandra Silva de Souza, 26 anos, a mais jovem do grupo de abordamos, trabalha como agente de endemias na cidade. Ela me disse que não tem medo de ficar na estrada e só fez essa escolha porque não há espaço adequado em Pacajá para fazer exercício, principalmente por causa do movimento intenso de carros pela cidade e a falta de asfalto por lá.
A amiga dela, Maria Aparecida Pereira, 38 anos, técnica de enfermagem na cidade, disse que sempre faz a caminhada na Transamazônica depois do expediente. A professora Sebastiana Gomes, 48 anos, disse que corre e anda no asfalto da rodovia, mas que a intensidade do exercício depende do horário que consegue sair do trabalho e do cansaço após o expediente.
Iranilde felix de Souza, 32 anos, agente de saúde, disse que o percurso que as amigas fazem é de quatro quilômetros. Dois de ida e dois de volta.

Elas pareciam felizes com a atividade esportiva, mas ao mesmo tempo ansiosas por um espaço adequado dentro da cidade de Pacajá, com segurança.