segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

ITAPECURU-MIRIM - MPMA recomenda a gestores respeitarem instituto do concurso público


Mapa de Itapecuru MirimA 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itapecuru-Mirim emitiu, no último dia 7, Recomendação aos prefeitos de Itapecuru-Mirim, Magno Amorim, e Miranda do Norte, José Lourenço Bonfim Júnior, para que cumpram os preceitos constitucionais no que se refere ao concurso público como meio mais justo para o preenchimento de cargos na administração pública.
Na manifestação do Ministério Público, de autoria da promotora Theresa Muniz Ribeiro de La Iglesia, é sugerido aos gestores dos dois municípios que se abstenham de admitir profissionais para cargos técnico-profissionais, de cunho rotineiro ou de mero expediente, sem a prévia realização de concurso público. Para a promotora, esses servidores executam funções da rotina administrativa, que "são normais, burocráticas e permanentes para as finalidades da
administração".
Portanto, não se enquadrariam nas exceções em que a Constituição prevê que haja admissão sem concurso, ou seja, para os cargos em comissão e para a contratação por tempo determinado que realize serviço de excepcional interesse público, como nos casos de epidemia ou calamidade pública.
Entre os cargos técnico-profissionais, estão os médicos, enfermeiros, dentistas, advogados; nos de cunho rotineiro, enquadram-se secretárias, digitadores, auxiliares administrativos; e nos cargos chamados de mero expediente, estão coordenadores, motoristas, zeladores.
A Recomendação orienta também que os prefeitos de Itapecuru-Mirim e Miranda do Norte deixem de criar cargos sem especificar detalhadamente as funções que devem ser desempenhadas.
Outro item do texto recomendatório propõe que eventuais leis municipais que ofendam os princípios da Constituição que obrigam o concurso público para suprimento de cargos de caráter permanente sejam identificadas e alteradas.
Os chefes dos Executivos de Itapecuru-Mirim e Miranda do Norte têm prazo de 10 dias úteis, a contar do recebimento, para que informem ao Ministério Público sobre as providências que estão sendo adotadas para o cumprimento da Recomendação.

Redação: José Luís Diniz (CCOM-MPMA)

'Sensação agridoce', diz blogueira cubana Yoani ao chegar ao Recife



Katherine Coutinho
Do G1 PE

Na chegada ao Brasil, Yoani foi recebida por diversos jornalistas no aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife (Foto: Katherine Coutinho/G1)Na chegada ao Brasil, Yoani foi recebida por diversos jornalistas no aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife (Foto: Katherine Coutinho/G1)
Foram seis anos e 20 recusas, mas a blogueira cubana Yoani Sanchéz conseguiu finalmente realizar o sonho de voltar a viajar para fora de seu país. Era quase 1h desta segunda-feira (18) quando Yoani desembarcou no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife, sendo recepcionada pelo amigo e cineasta baiano Dado Galvão.
Além do carinho dos amigos e do assédio de jornalistas, Yoani foi recebida também com um protesto, sendo acusada pelo grupo de manifestantes de "trair o movimento", receber dinheiro americano para ser revolucionária, além de ter uma conta milionária. "Viva a democracia, quero também essa democracia no meu país", respondeu a cubana.
A blogueira, que é uma das principais vozes de oposição ao regime atualmente comandado por Raúl Castro, conseguiu viajar depois que o governo cubano extinguiu a exigência de permissão para a saída da população do país. A mudança entrou em vigor em 14 de janeiro; ela recebeu seu novo passaporte no dia 30 de janeiro.
No aeroporto, grupo protestou acusando a blogueira de receber dinheiro americano para ser revolucionária (Foto: Katherine Coutinho/G1)No aeroporto, grupo protestou acusando a
blogueira de receber dinheiro americano para ser
revolucionária (Foto: Katherine Coutinho/G1)
"Estou muito feliz, foram cinco anos de luta, de tentar por todos os caminhos. Tenho essa sensação agridoce, estou feliz por mim, mas também tenho amigos que não conseguiram o passaporte. A reforma migratória trouxe alguma flexibilidade, simplificou muitas coisas, mas tenho amigos que tiveram negado o passaporte", contou.
Apesar de todas as negativas, Yoani disse que não desistiu. "Espero agora que outros amigos meus possam conseguir também o passaporte. Quando recebi meu passaporte senti alegria, mas senti também cansaço pela longa luta que foi para chegar até aqui", relembrou.
Segundo ela, os últimos dias foram de correria. "Foram duas semanas que dormi muito pouco, mas com muita energia. Tinha muitas coisas para preparar, o roteiro da viagem para elaborar", afirmou Yoani. A primeira parada tinha de ser o Brasil, ressaltou a blogueira. "Os brasileiros foram os que mais insistiram, apelaram de todas as maneiras. Além disso, muitas pessoas acompanham meu blog e a conta no Twitter. Por todas essas coisas, sentia que o primeiro abraço tinha de ser nos brasileiros. Foi o país que mais se esforçou para me tirar de meu exílio insular", afirmou.
Apesar das mudanças no governo, como a reforma migratória, Yoani disse que a liberdade de expressão ainda não encontrou espaço. "Lamentavelmente, em Cuba, é penalizado pensar diferente. Opinar contra o governo traz consequências nefastas, prisão arbitrária, vigilância. Inclusive fico um pouco preocupada, deixo amigos e família. Sempre fico preocupada, mas espero não receber más notícias. Porém, vemos alguns avanços nos direitos", apontou a blogueira.
Blogueira participa de entrevista logo após chegar de voo que saiu do Panamá (Foto: Katherine Coutinho/G1)Blogueira participa de entrevista logo após chegar
de voo que saiu do Panamá
(Foto: Katherine Coutinho/G1)
Questionada sobre a possibilidade de ser barrada na volta a Cuba, Yoani foi taxativa: "É melhor que não tentem. É possível, mas não creio, por que seria uma violação legal das leis internacionais". "Quero ficar em Cuba, ajudar os cubanos. Não quero ser uma Yoani Sanchéz migrante em outro país", afirmou.
Sobre as transformações em Cuba, Yoani disse acreditar em avanços parciais. "Existe uma diferença entre a reforma sonhada e a reforma possível. A reforma possível, que é a que o governo de Raul Castro parece estar seguindo, é a de que possamos comprar um carro novo em vez de um usado, comprar alguns produtos que não eram possíveis. Porém, a reforma sonhada, que é a da liberdade de associação, de expressão, não parece que vamos conseguir tão cedo", disse a blogueira.
O cineasta Dado Galvão disse que estava ansioso para comemorar a vinda de Yoani com a blogueira. "Prometi a ela, quando estive em Cuba em dezembro de 2009, que a ajudaria. Vamos celebrar o direito de ir e vir com cinema, solidariedade e perseverança. Já tinhamos feito o convite quatro vezes para lançar o filme e, a cada negativa, cancelávamos a estreia, pois víamos como uma forma de pressionar para trazê-la", afirmou o cineasta.
Reconhecimento
Uma das coisas que chamaram a atenção de Yoani durante a viagem foi ser reconhecida por outras pessoas no avião e no aeroporto do Panamá. "Pessoas de diferentes nacionalidades me reconheciam, sabiam da minha luta, da importância da minha viagem, me diziam palavras de ânimo e de alegria", contou.
Roteiro
Além do Brasil, a blogueira irá também para a República Tcheca, Espanha, México, Estados Unidos e Holanda. Do Recife, Yoani segue em um voo para Salvador, de onde viaja de carro para Feira de Santana. A ativista vai descansar durante o dia e, à noite, participará da exibição do documentário 'Conexão Cuba - Honduras', de Dado Galvão, no qual ela é uma das entrevistadas.
Na terça-feira (19), Yoani concede entrevista coletiva em Feira de Santana e também participa de uma sessão de autógrafos de seu livro "De Cuba com carinho", além de um debate sobre liberdade de expressão e direitos humanos. Na quarta-feira (20), Yoani deve conhecer Salvador e depois deve embarcar rumo a São Paulo.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Carga horária dos professores da rede estadual é alterada‏


 Foto: SECOM 
 


Os professores vão iniciar o ano letivo com alteração na carga horária. A instrução normativa, publicada no Diário Oficial do Estado, reduziu as 32 aulas semanais de 50 minutos para 24 aulas de 60 minutos. Além disso, as atividades de planejamento terão o tempo ampliado de 12 para 16 horas semanais. O acordo foi firmado entre Seduc – Secretaria Estadual de Educação e sindicatos.

“O professor terá mais tempo para reavaliar sua atuação, se qualificar, fazer pesquisa e investir em sua carreira profissional”, explica a subsecretária de Educação Básica da Seduc, Leide Maria Menezes. A medida visa a melhoria da educação pública no Tocantins, beneficiando não só professores como alunos.

Também será possível que o professor fique em uma única escola, sem precisar complementar a carga horária com outros empregos. “Essa norma foi bastante discutida com as entidades e todos ficaram satisfeitos. Inclusive os sindicatos nos ajudaram a esclarecer a nova medida junto às diretorias das escolas”, ressaltou Leide.

Em São Luís, doentes mentais são mantidos presos sem tratamento, diz o Globo


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São Luís – Num buraco ao lado de uma criação de porcos, da tubulação de esgoto e do resto da comida servida na Casa de Detenção (Cadet), Cola na Cola passa as noites e cumpre sua pena. José Antônio dos Santos não admite mais ser chamado pelo nome, refuta pai e mãe, veste-se com roupas femininas e se considera mulher. Só atende pela alcunha Cola na Cola, uma expressão que ninguém sabe explicar de onde surgiu.
— Fui eu que mandei fazer essa cadeia. E não estou preso. Fico aqui pelo chamado para acabar com a corrupção — diz ele.
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O Estado nunca diagnosticou seu transtorno mental. Nos últimos dois anos, ele não aderiu a qualquer tratamento psiquiátrico, não tomou uma única medicação nem esteve numa consulta médica. O buraco onde mora está na entrada do presídio, na parte de dentro, onde ficam os porcos, as galinhas e o lixo.
No pátio de uma pequena igreja improvisada numa das celas da Cadet, o maior presídio de regime fechado de São Luís, um jovem de 24 anos estende um colchão para passar as noites. Paulo Ricardo Machado tem os olhos esbugalhados, frases aceleradas, uma postura impassível. Há dois meses, foi diagnosticado com esquizofrenia paranoide e dependência ao crack. A loucura de Paulo Ricardo explodiu na Cadet depois que um preso introduziu um cabo de vassoura no ânus do jovem. Para conter os surtos, técnicos de saúde da unidade pediram a aplicação de oito sessões de eletrochoque no rapaz. Eles dizem terem sido atendidos.
Num cubículo de cela, sem nada, Francisco Carvalhal, 50 anos, tenta domar a agressividade. Ele já foi absolvido uma vez pela Justiça, em razão de a esquizofrenia paranoide ter impedido a compreensão de um ato ilícito. O juiz determinou que Francisco fosse internado no Hospital Psiquiátrico Nina Rodrigues, o único existente na rede pública em São Luís, para o cumprimento de uma medida de segurança. O hospital rejeitou o paciente. Dias depois, sem medicação e em surto, ele matou a mãe. Para escapar de um linchamento, foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) Olho D’Água, onde permanece há dois meses.
800 absolvidos ainda detidos
Cola na Cola, Paulo Ricardo e Francisco somam-se a outros presos portadores de doença mental que vivem à margem das estatísticas oficiais e da lei. Na teoria, a existência do transtorno mental e a conseqüente aplicação de uma medida de segurança a partir da absolvição pelo juiz impedem a permanência de loucos infratores nos presídios.
Levantamento inédito do GLOBO revela a extensão do universo de loucos nos presídios brasileiros — um grupo cuja existência parte da sociedade brasileira prefere ignorar. Pelo menos 800 pessoas absolvidas pela Justiça em razão de transtornos mentais e em cumprimento de medida de segurança estão detidas em presídios e cadeias públicas país afora.
A medida tem um prazo mínimo de um a três anos, é determinada pelo juiz responsável pelo processo — logo após a absolvição do acusado — e deve ser cumprida em hospitais de custódia, clínicas ou ambulatórios. Essas pessoas são consideradas inimputáveis ou semi-imputáveis, uma vez que a manifestação dos problemas psiquiátricos impediu a compreensão dos crimes, e deveriam estar em tratamento médico. Na prática, cumprem pena no cárcere.
A quantidade pode ser até três vezes maior: outros 1,7 mil brasileiros acusados de diferentes crimes já receberam indicação da Justiça de que podem ter transtornos mentais e aguardam, além de um laudo psiquiátrico, tratamento médico dentro de presídios, em casa ou nas ruas. Em alguns estados, como São Paulo, a espera numa fila dura mais de um ano. Em outros, o laudo nunca é elaborado.
O levantamento do GLOBO foi feito junto às secretarias de administração penitenciária, defensorias públicas e varas de execução penal nos estados, além de consultas a fontes nos Ministérios da Saúde e da Justiça. O Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (Infopen), alimentado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, registra a existência de 3,9 mil pessoas em cumprimento de medida de segurança, seja em internação ou em tratamento ambulatorial. Os doentes mentais nos presídios identificados pelo jornal não entram na conta.
Os números oficiais tratam dos 26 manicômios judiciários e alas de tratamento psiquiátrico — anexadas a presídios — ainda em funcionamento em 20 unidades da federação. Cabe a esses hospitais de custódia receber os loucos infratores submetidos a medidas de segurança de internação. O Infopen ignora as pessoas que cumprem a medida em prisões e até mesmo os inscritos em dois programas em Goiás e Minas Gerais que pregam a desinternação, como preconiza a Lei Antimanicomial de 2001. Somados os três universos — manicômios, presídios e programas de desinternação —, a quantidade de loucos infratores é de 8,1 mil, mais do que o dobro do que consta no Infopen.
— A situação mais grave envolvendo medidas de segurança é a dos detidos em presídios. A responsabilidade pela integridade física do preso é do Executivo e, pelo andamento do processo, da Justiça. A Lei de Tortura prevê responsabilização por ação e omissão. Não há qualquer justificativa para as prisões — afirma o juiz Luciano Losekann, auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário.
Para a produção de uma série de reportagens sobre o assunto, O GLOBO esteve em sete presídios, uma ala de tratamento psiquiátrico e um manicômio judiciário em São Luís, Teresina, Goiânia e Brasília. Nas três primeiras cidades, a equipe conseguiu entrar nas unidades prisionais na companhia de juízes e de um promotor de Justiça. Em Brasília, uma autorização judicial permitiu ter acesso às prisões.
A reportagem flagrou uma realidade de uso contumaz do crack, hipermedicação e inexistência de prontuários em Brasília; a existência de uma ala específica para presos com transtornos mentais num presídio de regime fechado em Goiânia, além de pessoas em cumprimento de medida de segurança misturadas com detentos comuns; e doentes mentais nos mesmos espaços de pacientes com hanseníase e aids no manicômio em Teresina. Em São Luís, pessoas com transtornos mentais estão presas sem qualquer perspectiva de decretação da medida de segurança. Não há laudos, exames ou psiquiatra: a única que atendia no complexo prisional deixou de ir ao trabalho porque está sem pagamento desde dezembro. Um rol de irregularidades que combinam com o “sistema medieval” descrito pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no final do ano passado.
Segurança não garante tratamento
Pelo menos 25 pessoas cumprem medida de segurança nos presídios em São Luís. Não é o caso de Cola na Cola, o detento que vive num buraco na Cadet há três anos. Condenado a 19 anos de prisão pela suposta prática de dois estupros, é a terceira vez que ele passa pelo presídio. Mesmo com um evidente quadro de loucura, nunca houve um exame de insanidade mental.
A medida de segurança não garante tratamento psiquiátrico. Francisco Carvalhal, absolvido num processo por homicídio em razão da esquizofrenia, deveria permanecer internado “pelo tempo necessário à sua recuperação”, como decidiu a Justiça em São Luís. O Hospital Nina Rodrigues deu alta a ele mesmo com a “falta de clareza” sobre a possibilidade de convívio imediato. No mesmo mês, Francisco matou a mãe. Ela relatava desde 2001 ameaças e pedia a internação do filho.
Após a reportagem do GLOBO flagrar as três situações no Maranhão, a Defensoria Pública pediu aplicação de medida de segurança a Cola na Cola e a Paulo Ricardo, e o juiz Douglas de Melo Martins decidiu reencaminhar Francisco ao Hospital Nina Rodrigues. A Secretaria da Administração Penitenciária do estado não respondeu aos questionamentos da reportagem.
De O GLOBO

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Oi faz corte indevido de telefones do Judiciário


Luiz Carlos Calvet desmentiu pendências do TJMA com a empresa de telefonia
Luiz Carlos Calvet desmentiu pendências do TJMA com a empresa de telefonia

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), a Corregedoria e o Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau) tiveram seus serviços de telefonia suspensos na última quinta-feira (14) em razão de equívoco da Oi. Os serviços foram restabelecidos na manhã desta sexta-feira (15).
O diretor financeiro Luiz Carlos Calvet desmentiu pendências com a empresa de telefonia e informou que o TJMA sequer foi comunicado previamente do corte. “Temos a preocupação de pagar todas as contas do Judiciário em dia, atendendo a determinação do presidente, desembargador Antonio Guerreiro Júnior”, disse o diretor.
O chefe da Divisão de Análise de Faturas, Sebastião Rocha Filho, após entrar em contato com a empresa para reclamar do ocorrido e cobrar providências, foi informado por um atendente, que o TJMA estaria em débito com a Oi.
Conforme demonstrativo de pagamentos do TJMA, disponível no Portal das Finanças (www.tjma.jus.br), referente a serviços de telefonia fixa e móvel prestados em dezembro, e com vencimento no primeiro dia de fevereiro, a fatura foi paga antecipadamente em 29 de janeiro (ver em arquivos anexos).
Os serviços de telefonia no Judiciário só retornaram à normalidade após visita de técnicos da Oi, nessa quinta-feira, quando foi constatada a falha da prestadora. Em mensagem enviada pela gerente regional da Oi, Mona Lisa Fagundes de Brito, a Luiz Carlos Calvet, a empresa admitiu o erro: “Não existe bloqueio por falta de pagamento. Ocorreu um equívoco na informação passada pelo nosso atendente”.
Luiz Calvet afirma que o Tribunal de Justiça vai adotar as medidas judiciais para reparar os danos causados ao Poder Judiciário e sociedade em razão da suspensão dos serviços telefônicos. “É inconcebível um órgão do porte do TJMA ficar um dia sem serviços de telefonia por conta de um ato irresponsável da Oi”, enfatiza o diretor.
O assunto motivou reunião do diretor Financeiro com o diretor de Controle Interno da instituição, Daniel Felipe Ewerton, e o coordenador de Finanças, Fernando Carvalho Marques.

Assessoria de Comunicação do TJMA

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O pior de tudo: João Castelo nunca será punido...



Para que alguém possa ser impedido de concorrer a qualquer cargo eletivo é preciso primeiramente ser um ficha suja. Mas para isso é necessário um longo calvário.

O processo deve tramitar e ser julgado ainda em primeira instância, o que deve levar uns dois anos de muita protelação.

Caso não tenha “sorte”, Castelo vai apelar a algum desembargador, que em decisão monocrática ajudará mais ainda na “fase protelatória”, que apesar do nome fictício, existe de fato, isso se o processo não caducar antes. Lá se vai mais um ano...  Embargos de todos os conceitos garantirão mais dois anos. 

Até sair um acórdão, definitivo, vão uns seis anos em média...

Todavia, daqui a menos de dois anos, João Castelo, sai para Deputado Federal e para isso conta com muuuita “bala na gulha” – que no jargão político significa dinheiro. “Capim” para ganhar as eleições com tranquilidade.

Apesar das centenas de desmandos e atos de improbidade administrativa, alardeados por todos os setores da imprensa local e nacional, Castelo, tem voto certo, amarrado, não apenas para se eleger a Câmara Alta, como também puxar dois na coligação...

Em 2014, não haverá candidatos mais felizes como Brandão e Pinto na merda, pois serão puxados pelos votos de cabrestos de Castelo.


Assim, João garante imunidade parlamentar e talvez em 2026 aconteça algo. Digo talvez, porque aos 89 anos de idade a sentença não poderá ser mais cumprida em Pedrinhas e sim em prisão domiciliar em conformidade com o art. 117, I, da Lei 7.210/84. Aliás, Castelo é “maior” de 70 anos e já conta com esse beneficio.

Além da imunidade parlamentar, do estatuto do idoso e da morte, o  “ispiriente” João Castelo dispõe ainda a seu favor;


1-     Processo lento, moroso; 
2-     Leis que beneficiam a corrupção;

3-     Muito poder econômico na jogada;

4-     Tráfico de influencia ou camaradagem;

5-     Ministério Público com espeto de pau, inexistente para ricos;

6-     Juízes cegos;

7-     Advogados que adoram turba o processo, às vezes agindo de má fé;

8-     Prescrição, ou extinção da pretensão punitiva por parte do Estado;

9-     TCU e TCE mais perdidos que cachorro quando cai de caminhão de mudança.

As palavras proféticas de Flávio Dino foram cumpridas; “vocês irão se arrepender de terem escolhidos João Castelo...”. Enfim, levamos chumbo, perdemos não apenas quatro anos, mas também R$ 982 milhões... 


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BEQUIMÃO - MPMA requer suspensão de demissões ilegais de servidores públicos


A promotora de justiça Rita de Cássia Pereira Souza, titular da Comarca de Bequimão, ajuizou na última terça-feira, 5, uma Ação Civil Pública, com pedido de Liminar, solicitando que, em um prazo de 24 horas, a prefeitura deixe de demitir ou afastar servidores públicos de suas funções, sem que haja o devido processo legal.
Também foi solicitado pelo Ministério Público que sejam anulados os atos de demissão ou afastamento que tenham acontecido sem processo administrativo prévio e que seja reaberto o prazo para recadastramento dos servidores municipais.
Em 2007, foi realizado um concurso público para o quadro de pessoal do município, cujas nomeações tiveram fortes indícios de irregularidades, pois não teriam seguido a ordem de classificação no certame e seriam em número superior ao de cargos previstos. Esses fatos são objeto de uma Ação Popular que ainda não foi julgada.
Em janeiro de 2009, o então prefeito Antonio Diniz Braga Neto editou um decreto que tornou sem efeito as nomeações, levando à demissão de mais de uma centena de servidores públicos sem que houvesse uma análise da legalidade de cada uma das nomeações. Os servidores procuraram a Justiça e, no final de 2012, conseguiram uma decisão para que fossem reintegrados aos cargos e recebessem os vencimentos do período em que permaneceram afastados.
Em novembro de 2012, Antonio Diniz estendeu os efeitos da decisão judicial às pessoas que não haviam ajuizado ações, seja por desconhecimento dos direitos ou por falta de condições financeiras de pagar um advogado.
No início de 2013, no entanto, o prefeito eleito, Antonio José Martins, editou um novo decreto, que "tornou sem efeito as nomeações feitas entre 07 de julho de 2012 até 31 de dezembro de 2012, ressalvadas aquelas que foram feitas em cumprimento de decisão judicial transitada em julgado". O documento determinava, ainda, uma auditoria na folha salarial, evitando pagamentos indevidos.
A promotora, no entanto, ressalta que nenhum servidor foi nomeado, e sim reintegrado. "Embora os servidores que não impetraram mandado de segurança tenham sido reintegrados, e não nomeados, visto que nem ato de nomeação eles possuem, o atual gestor municipal tem entendido, equivocadamente, que o prefeito anterior nomeou tais servidores e, em razão disso, está os afastando verbalmente de suas funções, 'mandando-os para casa'", explica, na ação, Rita Souza.
Além disso, foi iniciado um processo de recadastramento do funcionalismo no qual vários servidores afirmaram terem sido constrangidos e humilhados. A documentação apresentada por eles não teria sido aceita, sem nenhuma justificativa, e não lhes foi dado nenhum comprovante de que compareceram ao recadastramento.  O Município tem anunciado que os servidores que não comparecerem ao recadastramento serão automaticamente demitidos.
Diante da situação, a promotoria solicitou esclarecimentos do prefeito de Bequimão, Antonio José Martins, em 21 de janeiro, mas não recebeu nenhuma resposta. Em 30 de janeiro foi feita uma Recomendação sobre o assunto, encaminhada ao prefeito, ao secretário de Administração e ao secretário de Educação. "Mesmo após o recebimento, o Município de Bequimão continuou praticando ilegalidades contra os servidores municipais", observou a promotora, explicando que só restou ao Ministério Público a opção de ingressar com a Ação Civil Pública buscando garantir os direitos dos servidores municipais.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Caiu um dilúvio nesta madrugada em São Francisco do Brejão.

São Francisco do Brejão Ma - Depois da chuva desta madrugada, 13/02 algumas ruas do Bairro Novo Horizonte ficaram intrafegáveis.
 veja fotos abaixo











sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

EDUCAÇÃO: EDITAL DE CONVOCAÇÃO DO SELETIVO


EDITAL DE CONVOCAÇÃO 001/2013

A Prefeitura Municipal de Açailândia/MA, através da Secretaria Municipal de Educação.

CONVOCA os professores que participaram do Processo Seletivo nº 001/2011, e que prestaram serviços ao Município de Açailândia no ano de 2012 na condição de PROFESSOR CONTRATADO, para comparecerem na sede da Secretaria Municipal de Educação, situada na Rua Rio Grande do Norte, s/n, Centro, Açailândia – MA, no horário de 07:30 às 13:30, conforme cronograma abaixo, para o preenchimento do cadastro e entrega de cópia dos documentos pessoais abaixo citados, para preenchimento de vagas no Sistema Educacional do Município no ano de 2013.

Documento de Identidade e cópia do contrato de prestação de serviço do ano de 2012, ou na falta deste, cópia do último contra-cheque.

Os candidatos deverão comparecer na Secretaria Municipal de Educação, de acordo com o cronograma abaixo:

1- Professor de Educação Infantil – Zona Urbana e Zona     Rural:06/fev/2013.

2- Professor do Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano - Zona Urbana e Zona Rural: 07/fev/2013.

3- Professor do Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano - Zona Urbana e Zona Rural: 08/fev/2013.

4- Prof. Educ. Especial Form. Libras; Inst. de Braile; Inst. de Libras; Intérprete de Libras: 08/fev/2013.

Somente será efetivada a contratação do candidato que apresentar toda a documentação solicitada.

                   
                Publique-se, registre-se, cumpra-se.
             Açailândia-MA, 05 de fevereiro de 2013.